Refém do Desejo


Outra vez sou eu, Marco Sheneider, e trago a você mais uma narrativa das minhas aventuras...

Eu já lhe falei do meu professor de Química (sim, aquele mesmo que passou o trabalho que eu fiz com o Augusto (ver Desejos da Carne))? Acho que não...

Seu nome é Valter Medeiros (um nome viril e másculo para um professor tão reservado e cheio de “não-me-toques”), ele se formou cedo, ainda está com 35 anos e considero-o jovem, a julgar pelo seu porte atlético por baixo do avental que ele usa nas aulas. Esse professor instiga meus instintos mais pecaminosos.

Já sonhei muitas vezes dando para ele, mas um sonho que ficou marcado em minha memória foi o seguinte: o joguei em cima da mesa do professor em pleno intervalo, as pessoas passavam do lado de fora da sala e eu, lá dentro com ele, arrancava sua camisa com os dentes, beijando-o loucamente, forçando a sua rola entrar no meu cu... Um sonho perfeito, nesse dia acordei com o lençol completamente gozado!

Ele também me olhava, e tinha certeza que os pensamentos mais impuros rondavam sua mente... Resolvi investir, pois suas olhadas eram muito furtivas, ele não sabia disfarçar.
Certo dia, quando a aula terminou, eu me aproximei e disse:

-Senhor professor?

Era sua exigência ser chamado de “senhor”, logo descobriria o por quê!

-Fale, mas rápido, pois estou de saída...
-Eu fiquei sabendo que o senhor dá aulas... particulares... –Ele me olhou, analisando centímetro por centímetro do meu corpo.
-Sim rapaz, eu dou.
-Então posso marcar um horário?
-Quando quiser...

4 dias depois eu toco a campainha de sua casa.

-Entre! –Disse uma voz no interfone.

Ele me explicou divinamente o conteúdo, mas eu não fui lá pra aprender sobre elétrons e nêutrons...

-Pronto, eu acho que é só...
-Tenho certeza que não! –Disse eu, colocando minha mão em sua coxa grossa.

Ele me olhou, já tinha sacado qual era minha intenção.

-Pelo visto, está querendo aprender muito mais do que imagino...

Valter se levantou, foi a trás de mim e passou a mão pelo meu tórax, arrepiei todo. Ele então me deu uma chave de braço do qual fiquei sem ar (estava adorando aquilo) e com brutalidade foi me arrastando para os fundos de sua casa.

-Escute garoto, agora você é meu, sou seu dono!
-Sim...
-Sim Senhor, SEU VIADO DE MERDA!!! –gritou apertando mais ainda seu braço em volta do meu pescoço.

Nos fundos da casa tinha um quarto, onde eu fui jogado no chão, Valter saiu trancando a porta. Não sabia o que seria de mim, se era perigoso ou não, só sei que agora eu era refém daquele desejo brutal... Logo depois ele voltou com uma mala nas mãos.

-Você não tem sido um bom aluno Marco, merece ser castigado! -Dito isso, começou a arrancar minha roupa e me algemou; completamente nu e com os tornozelos e mãos acorrentados, não tinha mais como me defender daquele homem. Ele foi tirando sua roupa, seu físico era impecável e quando tirou sua cueca me mandou abrir a boca:
-Abra o máximo que puder!
Ele enrolou aquela cueca ainda quente com o calor do seu corpo e meteu na minha boca e para que eu não cuspisse fora, prendeu-a com silver tape.
-Não se esqueça, foi você quem pediu por isso!
Ele tinha medo de que eu não gostasse e acabasse contando pra alguém, mal sabe ele que, quanto mais bruto for, pra mim é melhor.
-Mas voltando ao assunto, você é um menino mau! Não faz os deveres, conversa muito em sala de aula... Merece apanhar.

Ele me virou de costas e me apoiou em seu colo, abriu a mala e pegou um objeto especialmente desenhado para esse fim, mas antes se deliciou com minha bunda, apertando-a, mordendo-a e é claro, enfiou seus dedos no meu cu, que nessa altura do campeonato já estava piscando de tesão.

Logo, minhas lágrimas começaram a escorrer. Eu só escutava os estalos, mas tinha a certeza de que minha bunda estava em carne viva, ele descia o braço violentamente e a cada estalo eu gemia.

-Espero que agora venha a se comportar melhor em sala de aula...
Com selvageria ele tirou a fita de minha boca, cuspi a cueca longe.
-Não lhe é aprazível o gosto de seu mestre e senhor?
-Existem coisas melhores! –Falei para provocá-lo.
-Parece-me que estou com sorte! Quanto mais orgulhoso, melhor pra mim...

Eu não tinha percebido, mas naquele cubículo tinha uma cama e ele mais uma vez com uma chave de braço violenta me arrastou até lá e antes de me acorrentar nela, ele colocou prendedores nos meus mamilos, aos poucos ia aumentando a pressão. Gemi de prazer, pois quanto mais forte ele apertava, mais forte era o prazer que eu sentia.

-Você não gosta do sabor de seu dono... vamos ver.
Seu pau estava duro (e era enorme) e mirando-o em minha direção começou a mijar em meu rosto.

Eu estava louco de tesão e não pensei duas vezes, abri minha boca, senti aquele líquido quente e ácido adentrar minha garganta, ele dava gargalhadas de prazer.

-Assim, beba tudo, sua puta ordinária!!!

Ele acabou de mijar em mim e foi revirar em sua mala. Eu estava em êxtase pois nunca ninguém tinha mijado em mim, aquele cheiro forte entrava em minhas narinas causando uma explosão de tesão! Não tinha como não ficar ereto...

Ele voltou e disse:
-Gostou do sabor, verme?
-Sim, senhor!
-Vamos ver se gosta disso... -E mostrou-me sua mão da qual pendia ameaçadoramente um chicote de couro e pegando sua cueca do chão, mais uma vez enfiou em minha boca prendendo-a com silver tape e certificou-se de que as algemas estavam bem presas.

A única coisa que pensai foi fechar os olhos, pois sabia que essa dor seria além da conta. Quando o chicote encostou em minha pele, vi “estrelas”, meus músculos se contraíram e fiquei a receber as chibatadas por uns 15 minutos, ele me tratava como um lixo, eu adorei aquilo e toda aquela dor se transformou em prazer. Estava em lágrimas quando ele parou.

Tirou a silve tape e ma soltou, disse:
- Me chupe agora! –Eu, tremendo de dor, comecei a chupá-lo desajeitado, acabei por morder um tanto mais forte que o normal.
-Sua puta! Viado idiota! Você me machucou!!! –Falou me dando vários tapas no rosto – Agora eu vou te machucar também, mas vai ser por dentro!!!

Ele me prendeu de bruços e abriu minhas pernas. Não me penetrou com delicadeza, muito pelo contrário, estocou forte seu pênis no meu cuzinho apertado. E cuspindo no meu rosto falava:

-Assim que você gosta, né? Forte, com brutalidade! Então toma seu viado!

Eu comecei a me abrir mais para ele enterrar mais fundo sua rola na minha bunda, quanto mais perto de ejacular, mais forte ele estocava. Até que depois de algum tempo eu senti um líquido quente invadir meu corpo...

Ele gozara.
Saindo de cima de mim, ele me mandou vestir-se rapidamente, pois estava tarde e sua mulher (!) podia chegar a qualquer momento. E por final, ele me disse:

-Espero que tenha gostado, por mais que não me importe, porque quero que volte aqui na segunda, você ainda não sofreu o que merecia...

Segunda-feira prometia ser um dia maravilhoso...

Autor: JC

2 comentários:

Anônimo disse...

Esse conto é bárbaro! Do mesmo jeito que o outro, o "Desejos da carne"


Massa!!!

Bruno disse...

que delicia !!!!!
vc escreve bem demais
bommmmmmm
mas só achei dois contos teu
kd o resto?
beijuuu