A Jaula - Parte 2



Meu estômago roncava enquanto eu tentava, inutilmente, me acomodar naquela jaula pequena, o gosto na minha boca denunciava que meu último alimento horas atrás fora apenas um pouco de esperma.

Estiquei as mãos e pude sentir o calor e as elevações em minha bunda e coxas, sinais da surra que havia levado. Com certeza me lembraria daquela noite por muito tempo.

Passou algum tempo até que ouvi a porta ser destrancada e a luz acender. Meu Mestre se aproximou, destrancou minha pequena moradia, me ajudou a sair e ficar de joelhos à sua frente.

Enquanto me ajeitava naquela posição, meu Mestre colocou novamente a coleira, dessa vez bem justa, prendeu a guia e me fez segurar a outra parte com a boca, como se fosse uma mordaça.

-Ontem eu percebi algumas coisas: Primeiro, você não é bi-curioso como havia dito em nossas conversas. Precisa rever esse conceito.
Fiz positivo com a cabeça mas na verdade não concordei, mais para frente eu explico melhor.

-Segundo, você mostrou que gosta de chupar um pau, só te empurrei porque senti uma mordida por causa da sua inexperiência. Vamos trabalhar isso. Ainda vou te fazer chupar muita gente…

Me assustei com essa última parte. Tentei disfarçar mas acho que ele percebeu.

-Terceiro, você gozou ontem sem permissão. Isso mudou meus planos e você vai pagar por isso hoje…

Não tive reação. Na verdade até gostei...

Fui puxado pela coleira até o banheiro onde poderia levar o tempo que quisesse para fazer minhas necessidades e higiene pessoal. Havia um kit com escova de dente, pasta, sabonete, desodorante…

Depois poderia descer até a cozinha onde fui ordenado a me sentar, ainda nú, em uma cadeira com um plástico protegendo o forro. Meu café da manhã foi normal. Então pude descansar um tempo no quintal, deitado em uma rede. Ali pude ver que meu Mestre possuía madeira e ferramentas para construir seu próprio equipamento. Por isso a aparência artesanal de seus equipamentos.

Pouco tempo se passou até que fui levado de volta para seu calabouço e deitado na maca, dessa vez de costas.

Meus braços e pernas foram presos novamente e uma tira de pano prendeu minhas costas à maca impedindo que me sentasse. Nessa posição, logo fiquei ereto.

Sem falar nada, meu mestre pegou um aparelho de choque e prendeu no meu pênis, um terminal na base e outro logo abaixo da glande. Ligou e aumentou a intensidade até que eu gritasse de dor, então ficou aumentando e diminuindo a corrente enquanto me olhava com um sorriso maldoso.

Provavelmente levaram alguns poucos minutos mas para mim pareciam horas até meu Mestre me livrar daquele aparelho. Meu corpo estava acabado mas continuava excitado…

A tortura continuou com alguns “petelecos” na cabeça lustrosa, aquele misto de dor e prazer me dominava novamente. Ele balançava como um “joão bobo” e latejava se controle. Tive que me concentrar para não gozar novamente.

Quando percebeu que o jorro seria iminente, meu Mestre parou, pegou meus mamilos e os torceu violentamente.

-Vai gozar de novo sem permissão, escravo?

Me contorcia de dor enquanto ele perguntava de novo e de novo.

-Não Senhor – consegui responder com o pouco de fôlego que me restava. Mesmo assim meu Mestre não parou, girava de um lado para o outro como se tentasse sintonizar um rádio antigo. Quando largou meus mamilos senti aquela sensação de alívio, um momento quase “zem”. Meu pau, outrora duro, já descansava.

Pegou uma vela, acendeu e começou a pingar a cera no meu pau, bem perto. Cada gota o despertava e rapidinho ele ficou duro novamente. Sim, eu adoro CBT.

Foi gota após gota, a sensação indescritível de prazer me fez perder o controle novamente. Meu corpo tremia, se contorcia sobre aquela maca falava coisas sem sentido. Quando viu que estava prestes a gozar novamente, meu mestre parou e apagou a vela no meu saco.

Abaixou as calças e ofereceu seu membro semi rígido para sugar. Virei a cabeça para seu lado e comecei a lamber até que ficasse como uma pedra então abocanhei e chupei com intensidade mas cuidado para não encostar os dentes, coloquei o mais fundo que podia na minha garganta até que recebi seu liquido quente em minha boca. Engoli tudo mas não parei de chupar… Queria mais…

-Está aprendendo, é? Escravo! - Disse depois de retirar da minha boca e guardar novamente em suas calças, então, me desamarrou e me levou à cruz de Santo André onde me imobilizou novamente, colocou a ball gag e prendedores de metal nos meus doloridos mamilos. Girou e puxou com força os prendedores só para me ver contorcer novamente. Foi só ai que notei que segurava um chicote de tiras.

- Agora vamos tirar essa cera do meio das suas pernas, escravo.

Levou a mão para trás e me chicoteou com toda a força. No meu peito!

- Ops, errei – disse com um olhar sádico.

Foram muitos “erros” no meu peito, barriga, coxas… um ou outro no lugar “certo”, o que não tirava a cera.

A mordaça abafava meus gritos mas não impedia que a baba escorresse sobre as marcas vermelhas sobre o meu corpo. Fui chicoteado até que o volume em suas calças fosse tão grande que precisava ser liberto novamente.

Quando me soltou da cruz fui para o chão, já estava se forças mas meu Mestre não se importava e continuou a chicotear meu corpo.

-De quatro, escravo! E com essa bunda virada para mim!

Foi difícil me mover e ficar na posição ordenada. O chicote era o maior incentivo.

Meu mestre colocou pesos nos prendedores e me penetrou por trás, novamente se dó. Os pesos balançavam e aumentavam a dor nos mamilos. Entre minhas pernas já havia sinal de tesão.

“Não vou gozar, não vou gozar” repetia mentalmente enquanto servia para o prazer do meu Mestre, até que finalmente ele dá um urro de prazer e o sinto latejar novamente dentro de mim. É claro que tive que beber tudo da camisinha e limpar seu pênis com a língua.

Quase me arrastando pela coleira e andando de quatro, fui levado de volta para o banheiro para me lavar. 

Minhas roupas já estavam ali novamente, dobradas, me esperando.

Vestido, fui para a sala. Meu mestre parou na minha frente ao lado da porta de entrada.

-Gostou, escravo?
-Sim Senhor- Respondi
-Quer ser meu escravo outra vez?
-Adoraria Senhor!
-Então abaixe as calças e se vire!

Obedeci. Então meu buraco foi violado com um plug anal de tamanho médio para grande. A dor me fez tremer e me segurei ma parede para não cair.

-Arrume as calças e pode ir. Quando voltar, esse plug deve estar no mesmo lugar!

Recebi um beijo de língua e a porta foi aberta. Sai…

É difícil andar com um plug anal daquele tamanho, ainda mais na rua, tentando caminhar normalmente…

Cheguei em casa era mais de 17:00. Podia tirar o plug mas decidi senti-o dentro de mim enquanto fazia meus afazeres, Cheguei a dormir com ele e só tirei na manhã seguinte.

Passei a semana lembrando daqueles dois dias, as marcas foram ficando cada vez mais claras e a vontade de novas marca cada vez maior…

No outro sábado, lá pelas 13:00 recebo outra mensagem do meu Mestre: “Domingo 8:00. Não é uma ordem, a escolha é sua vir ou não. Se vier, terá uma experiência única que você pode gostar mas também pode não gostar. Sua escolha não vai mudar nosso relacionamento.

E então? Devo ir ou não?

Autor: Paulo Masoka

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