Meias Sujas

 

Ano de 1999, eu tinha 16 anos e estudava em um colégio só para garotos. Desde muito pequeno não me importava muito com o futebol, motivo pelo qual meu pai, torcedor do São Paulo Futebol Clube, resolveu me matricular na aula de futsal, contra minha própria vontade.

Fui muito contrariado para a primeira aula de futsal. O objetivo dessa aula, era na verdade descobrir novos talentos do futebol do colégio. Da turma, eu era o único que não sabia jogar, um verdadeiro perna de pau.

Motivo de chacotas, por boa parte da turma, eu não me sentia nenhum pouco envergonhado por causa disso. Pelo contrário, sentia tesão com essa situação humilhante. Sim! Eu sentia tesão em ver aqueles garotos, com uniformes de futsal, com meias até os joelhos, e chuteiras velhas, zombando da minha cara. Eles me chamavam de "bichinha", "mulherzinha", "bambi". Além da humilhação, eu ficava vidrado naquelas chuteiras fedorentas. Queria passar horas cheirando e batendo uma punheta gostosa.

Parece estranho, mas sempre tive essa tara. Lembro até hoje dos momentos em que passava horas cheirando as chuteiras do meu primo. Eu devia ter uns 10 anos de idade, e por incrível que pareça, eu já conseguia ficar de pau duro só de cheirar o "chulezão" bravo que exalava daquelas velhas chuteiras. Um odor inexplicável e extremamente excitante.

Era uma manhã de sábado. Meu pai entra no quarto aos berros e diz:

-Você vai se atrasar para o treino hoje! Seu traste!

Que merda! Meu fim de semana já começava naquela animação. Tomei banho, me troquei, tomei café rapidão e fui para o treino.
 
- A mocinha caiu da cama? - disse Carlos, o mais gostoso, o mais tesão, o mais tudo da turma.

Olhei para a cara dele e dei uma piscada. Foi o suficiente para ele entender o sinal e ir até o vestiário. Sim! Estava peladinho esperando por ele. Carlos e eu, tínhamos um caso desde meus 14 anos, quando fomos a uma feira de ciência em outra cidade. Ficamos no mesmo quarto e lá rolou de tudo, menos o meu maior desejo.

Ele chegou já puxando meu cabelo e me encoxando. Seus 19cm de pica foi me penetrando e arrombando meu apertado cuzinho. Foi uma transa rápida. Isso era de praxe, antes da partida, Carlos tinha que me comer.

Logo em seguida, ele tomou banho, se trocou e voltou para quadra. Percebi que ele havia deixado sua mochila aberta. Minha curiosidade foi grande. Não pude conter. Algo cheirava mal naquela mochila, e meu pau já estava latejando.

Eu não estava nem acreditando no que estava acontecendo. Estava prestes a realizar o meu maior desejo. E bingo! Ali estavam elas. Encardidas, fedorentas e velhas. As meias de Carlos estava em minhas mãos.

Passei alguns minutos admirando aquelas meias até colocá-las no meu nariz. Foi o momento mais esperado da minha vida. Eu sempre tive essa vontade de cheirar as meias de Carlos, o cara mais gostoso do colégio.

Eu não sabia o que fazer, eu cheirava, colocava na boca, esfregava no meu pau. Momento de muito tesão. Amarrai uma meia na outra e me amordacei.

Meu pau estava bem duro. Então comecei a bater uma punheta gostosa, imaginando Carlos ali na minha frente. Fechei os olhos por alguns instantes para imaginar e ao abrir os olhos, Carlos estava parado me olhando.

Surpreso, disse:

- Continua! Gostei de te ver amordaçado com minhas meias.

Então, Carlos trancou a porta do vestiário, veio em minha direção, tirou o cadarço das chuteiras que usava e amarrou minhas mãos e meus pés.

- Agora sim tá perfeito!

Tirou o pau pra fora e socou com força no meu cuzinho. Em seguida colocou uma das chuteiras na minha cara. Eu gemia de tesão e ele dizia:

- Isso cadela! Assim que eu gosto! Arrebita esse rabinho pra mim! Vai delícia!

Ele mandava e eu obedecia. Estava totalmente entregue à ele. Totalmente hipnotizado e enfeitiçado por aquele macho que me comia.

Depois que trepamos, ele foi tomar banho e me deixou ali no chão amarrado, com a chuteira na cara. De repente, escuto batendo na porta. fiquei preocupado e comecei a me debater. Carlos então saiu do banho e disse:

- Fique aí quietinho sua vadia!

Carlos abriu a porta e a turma inteira do futsal entrou no vestiário e se depararam com aquela cena humilhante.

- Tá vendo esse puto aí? Peguei esse viado cheirando minhas meias, então resolvi deixa-lo assim por algum tempo. - disse Carlos com aquele olhar de safado.

Nesse momento os garotos começaram a tirar as chuteiras e as meias e jogaram em cima de mim.

- Vamos pro barzinho galera! Deixem esse viadinho aí cheirando nossas meias!

Todos foram para o barzinho. O último a sair foi Carlos. Consegui me soltar e estava livre para poder apreciar aquelas meias fedorentas. Foram horas de muitas punhetas. Gozei muito aquele dia. Hoje em dia acordo com mais ânimo para ir treinar (risos).

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