Sexual Explosion



Eram duas da tarde quando Flávio telefonou para André...



-Alô? – Atendeu André com a voz embargada pelo sono, pois sempre descansava depois do almoço e conseqüentemente dormia esparramado no sofá de sua casa.
-André, você estava dormindo? É o Flávio... O seu Flávio.
-Sim, estava cochilando um pouco, mas pode falar.
-Sabe aquele que nós estávamos loucos para que chegasse?
-Lógico!
-Minha mãe foi viajar e só volta amanhã à tarde. Vem pra cá...
-Hoje você vai ser meu.


Desligaram o telefone e André entrou no banho, pois estava prestes à ter um momento especial com um alguém muito mais que especial.


Depois de meia hora, Flávio ouviu palmas. Seu coração já estava acelerado e com isso, quase que saltou para fora.


-André! – Flávio veio sorridente para abrir a porta de seu apartamento – Tudo bem?
-Cala a boca e me beija seu safado.


Ali mesmo na porta, correndo o risco de serem pegos por qualquer um, ambos se entregaram ao primeiro e mais forte beijo entre eles. Primeiro? Sim, pois esperavam uma oportunidade à muito tempo para poder ficarem sozinhos e assim saciar a vontade que ambos tinham um do outro.
André foi empurrando-o para dentro do apartamento enquanto sua língua se movia vorazmente por aquela boca gostosa de Flávio. O calor entre os dois aumentava e a vontade de algo a mais também.


-Hoje eu sou seu...
-Só meu, hoje você é meu puto safado, vai fazer tudo o que eu quiser!


Se apoiando pelas paredes, Flávio foi conduzindo André, em meio a beijos e tropeções, até o seu quarto. Chegando lá, eles se olharam por um instante e André falou:


-Sabe de uma coisa? Estou com calor... Tire os meus tênis. – Sentou na cama.


Flávio ajoelhou-se e passou a mão por suas pernas, André estava com um short verde o que deixava uma parte de sua coxa à mostra.


-Tire meu tênis, mas tire com a boca, Você vai ser meu escravinho.


E obedecendo feito o bom escravo que era Flávio se abaixou devagar e puxou o cadarço, era um All Star preto com uns tantos detalhes também em preto. Depois de desamarrar o esquerdo foi para o direito. Agora com as mãos retirou o tênis e voltou a utiliza a boca para tirar as meias. Flávio delirou com o cheiro daquele pé tão gostoso, um cheiro de pé saudável, suas unhas eram perfeitas e as solas branquinhas. Ele não resistiu e se pôs a lamber aquele pé que lhe deu tesão imediato. Passava a língua por cada dedo e entre os dedos, ia e vinha do calcanhar até a ponta de ambos os pés. Aquilo tudo era magnífico!


-Ei safado... – Flávio olhou para ele – Eu também tenho esse cadarço aqui... – Disse apontando para o cadarço que amarrava o short – Tira ele também. Agora.


Flávio foi subindo, beijando o peito do pé, as pernas, a coxa... Até que chegou no cadarço do short e com a boca desamarrou-o. Como era um short de velcro também o abriu com a boca.
A cueca era cinza, um tanto apertada. O pau de André já estava duro e pulsava por dentro daquele pedaço de pano. André levantou a camisa mostrando o corpo perfeito que tinha.


-Você é da cor do pecado... Suspirou Flávio.
-Chupa minha vara, seu viadinho... Chupa com gosto.


Abaixou a cueca e deixou aquele cacete livre para ser abocanhado por Flávio que começou com vontade lambendo suas bolas enquanto acariciava o corpo de seu mestre André que dava ordens de como queria que aquela chupada transcorresse em suas bolas. Quando o tesão estava nas alturas ele disse:


-Chupa a cabeça, engula tudo verme! Deixa eu socar no céu da sua boca o meu cacete!


Flávio tinha uma boca habilidosa e logo fez André estremecer na cama. Enquanto mamava aquela vara, André passava a mão pelas suas costas pressionando-o contra o seu corpo para que enterrasse mais fundo seu pau na boca dele.


-Chupa... Isso seu viadinho safado! Me chupa gostoso, vai!


Quando sua boca já estava cansada, Flávio deixou de chupar seu cacete e começou a beijar sua barriga definida. Foi subindo, subindo... Até encontrar novamente a sua boca. Quando não, disse perto do ouvido:


-Eu quero você dentro de mim.


E como se fossem apenas um corpo, eles foram se deitando na cama e Flávio virou de costas para André que começou a retirar sua bermuda, sua cueca... Agora completamente nu também, Flávio empinava a bunda para que André a beijasse e desse mordidas gostosas.


-Vou te comer gostoso... Teu cuzinho vai arder.


Molhando os dedos com saliva, André enfiou uns dois para começar a deixar aquele cu um pouco menos resistente. Flavo rebolava enquanto André brincava dentro dele. Quando ele retirou os dedos, Flávio sabia que o momento havia chego. Ele apenas fechou os olhos e se deixou levar por aquelas sensações fortes e intensas.


O pau entrou gostoso, foi fundo e Flávio não queria outro homem em sua vida. André sabia como dominá-lo e fazia isso perfeitamente! Conforme as estocadas aumentavam de intensidade, os gemidos de ambos também ficavam mais fortes.


-Vai meu escravinho, geme gostoso, geme alto vai... Tá gostando do meu cacete? Fala que sim seu puto!


Flavio só sabia querer mais e empinava sua bunda tudo o máximo que podia, abria suas pernas o máximo que conseguia, só para as estocadas serem bem profundas. Ele era safado.


-Eu vou gozar no seu cu, vou esporrar dentro de você seu viado gostoso!
-Mete vai! Faz de mim o que quiser, arregaça o meu cu!


Depois de um longo tempo fudendo aquele cu nas mais diversas posições, André tremeu por completo, estava gozando um jato forte dentro daquele cu arrombado de Flávio, que recebeu sua porra contente enquanto também gozava um jato forte no lençol da cama. Aquela transa foi sensacional e ambos caíram exaustos na cama.


Ficaram um tempo inertes.


-Eu sabia que ia ser perfeito. - Disse Flávio.
-Eu também.
-Agora que eu sou só seu... Eu obedeço só à você, não é?
-Se concorda com isso, é só a mim e mais ninguém.
-Concordo.
-Ótimo.
-O que quer que eu faça agora que sou oficialmente o seu escravo? – Disse dando um sorriso safado.
-Se prepare para o 2° round, seu verme safado! Vou te fuder como nunca...


Dito isso, começou a beijá-lo novamente.




Conto de JC, Exclusivo Bondage Man

Um comentário:

Bond Master disse...

Ô delícia!! Um escravinho assim lambendo meus pes é tudo o que eu mais qro