Doce Veneno


-Que você está pensando em fazer? – Perguntou Tadeu.
-Fique quieto que já já você vai descobrir... Puto safado. – dito isso, Paulo deu um belo de um beliscão na bunda dele.

Tadeu estava com os olhos vendados, estava sendo guiado pelo seu mestre até o quarto. Chegando à porta, Paulo ordenou:

-Fica de quatro. E não saia daí! Entendeu verme?
-Sim senhor.

Tadeu, um escravo gostosamente safado, ouviu seu mestre remexer nas gavetas e ouvindo um som metálico sentiu as mãos de seu senhor colocar algo frio em seu pescoço. Uma coleira.

-Agora vem andando de quatro, como o cachorro que é!

Paulo adorava adestrar seu escravinho. Sempre colocava coleiras, o deixava de castigo numa casa de cachorro no quintal dos fundos, ordenava-o comer no chão, a latir no momento correto... Ele era seu animalzinho de estimação e Paulo adorava-o...

Puxando um tanto brutalmente a coleira, fazendo com que seu cachorro batesse na mobília, pois estava vendado, Paulo deliciava-se com a visão daquele corpo nu se arrastado ao seu comando.

-Sobe na cama puto. Fica de bruços.

Paulo amarrou seus punhos e seus tornozelos, deixando-o inteiramente à sua disposição. Como Tadeu tinha uma bunda muito gostosa, Paulo não resistiu e começou a mordê-la, pois era tão tarado por bunda que seria capaz de passar horas observando uma naquela posição.

Tadeu gemia conforme os dentes de seu mestre deixavam marcas vermelhas em seu corpo... Ele adorava seu mestre, era um amor incondicional...

Paulo montou sobre as costas de ser verme, abaixou e falou no ouvido bem baixinho:

-Esse meu verminho se comportou mal essa semana... Ele está merecendo um castigo, sabia?
-Meu dono...
-Calado puto. Mas hoje eu estou com tanto tesão que vou unir o útil ao agradável.

Saiu de cima dele e foi buscar o que faltava para completar o seu castigo surpresa. Voltou com uma panela, não muito grande, e em seu interior: chocolate derretido. Posicionou-se de maneira a ficar em cima de seu escravo, mas antes de começar a jogar a calda, ele passou seus pés pelo rosto dele, ordenando-o que chupasse seus dedos. Tadeu obedecia tudo, era muito safado e um puto de primeira... Adorava lamber aqueles pés gostosos e macios de seu dono.

-Putinho... Você sabe que sou louco por você, né? Agora lambe esses pés que você ama, vai... Chupa cada dedinho, um por um. Assim safado...

Enquanto Tadeu lambia aqueles pés, Paulo começou a jogar o chocolate em seu corpo. Começou despejando um fino traço de chocolate pelo meio das costas, depois foi descendo até atingir aquela bunda gostosa... Tadeu como estava vendado só imaginou o que poderia ser... Um cheiro extremamente saboroso de chocolate invadiu o quarto.

-Você gosta putinho?
-Delicioso.

Paulo então resolveu jogar um pouco de chocolate em seus pés e dá-los para seu escravo lamber. Mesmo estando amarrado e de bruços, Tadeu se lambuzou com aquele pé com gosto de pecado... Chupou cada dedo com vontade, sorvendo cada gota do chocolate dos pés de seu dono.

Paulo já estava sem roupa há muito tempo e seu pau latejava de tesão. Mas ele gostava de prolongar ao máximo o prazer. Começou a lamber a nunca de seu verme. Desceu com sua língua pelas costas dele acompanhando o traçado dos músculos e dando leves mordidinhas, como se quisesse verdadeiramente arrancar um pedaço, começou a chupar cada milímetro do chocolate que escorria pela pele daquele seu escravo.

-Safado... Você gosta né? – dizia enquanto mordia.

Desceu um pouco mais e chegou novamente à bunda, agora com sabor de chocolate. Lambeu, chupou e mordeu à vontade... Até que resolveu enlouquecer um pouco mais seu escravo lambendo seu cuzinho, que nessas horas piscava de tesão.

Tadeu adorava ser lambido daquele jeito. Enlouquecia quando seu mestre metia a língua dentro dele. Era sua tara.

Paulo já não suportava mais, queria arregaçar aquele cu com sua pica, e não deu em outra. Deixando o cuzinho do seu escravo bem molhado, encostou a cabeça de seu pau e fez força. Colocou tudo. Bem fundo. Logo de primeira que era para deixar seu verme ser fôlego. E num vai e vem gostoso, fudeu com força aquele rabo gostoso. E lambendo a orelha dele, ordenava baixinho:

-Pede pra ser fudido, pede. Fala que é meu verme. Diz pra mim vai, puto safado.

Tadeu gemia com aquela rola socando seu cu apertado e gostoso. Obedecia tudo o que Paulo mandava.

-Fode esse puto aqui, fode? Mete bem fundo... Mete tudo dentro de mim.

Quando estava prestes a gozar, Paulo juntou-se mais ainda com Tadeu, enlaçou-o com os braços e soltou um grande urro de prazer.

Tirando sua pica de dentro de seu escravo, desamarrou-o e fez algo que encheu os olhos de Tadeu. Com a rola ainda dura e pulsante, jogou calda de chocolate na cabeça e ordenou:

-Chupa.

Tadeu caiu de boca naquele pau gostoso. Chupou com vontade até fica com a boca dormente e enquanto chupava, Paulo derramava mais calda, deixando-o louco com tudo aquilo, pois Tadeu era um chocólatra de carteirinho.

Não precisou de muito tempo, Paulo gozava novamente, só que dessa vez dentro da boca de seu verme, que engoliu tudo. Saboreando cada gota daquela porra com chocolate.

Depois daquela transa os dois deitaram na cama se olharam nos olhos e adormeceram agarrados um no outro. Realmente eram almas gêmeas...

Autor: JC

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