Gozo, Suor e Dor: A Orgia Continua - Uma Festa Sexual


Parte III


Durante todo o tempo em que Igor e André permaneceram dentro do banheiro numa louca e insaciável orgia, Emmanuel esperou literalmente sentado. Estava inquieto e já sem paciência quando os avistou.

Seu mestre andava com um porte altivo como se tivesse ganhado uma dura batalha, já André estava cabisbaixo, como se acabara de ter tido que entregar a guerra antes do último suspiro... Igor, enfim, conseguiu conquistá-lo e agora André sentia com mais força o poder inebriante que ele exercia sobre aqueles do qual conquistava. Realmente Igor era um homem muito sensual.

-Mestre Igor...

-Sim?

-Pensei que tinha ocorrido algo.

-Não, não... Aliás, ocorreu sim.

-O que houve?

-Não é da sua conta... Vamos para casa, preciso de um banho.

Sim! Igor realizou um antigo fetiche de ter os pés lambidos em público e de ter uma foda num banheiro também público, essa fantasia ocorria em sua mente constantemente, porém ele nunca tivera tempo e nem disposição para realizá-las, mas com esse novo escravo suas forças se reanimaram e ele começou a por em prática antigos planos. Foi uma experiência da qual ele tinha a certeza de que repetiria muitas vezes. Todo o perigo que envolvia a situação deixou-o em estado de êxtase!

Chegando em sua casa, foi direto ao banheiro lavar-se, mandou André ir com ele para esfregar suas costas e seus pés, depois do banho todos foram dormir em seus respectivos quartos, André também recebera um quarto para ele, e como o de Emmanuel, a porta não tinha chave e ele foi obrigado a continuar com o plug, dormindo com ele ainda dentro do seu corpo.

Mas antes Igor combinou com um colega para telefonar-lhe minutos antes de se deitar, pois ele daria a desculpa de que seria um assunto do quartel a ser resolvido para poder sair. Ele tinha um grande plano em mente, um jogo muito divertido.

Igor Ródiavenski não era um homem qualquer! Ele não se contentava apenas com aquilo que podia ter, ele sempre queria mais! André e Emmanuel eram seus serviçais, e ele sabia que tudo o que falasse aos dois, ambos obedeceriam prontamente. Mas para ele, o tesão não estava em ter dois serviçais que o obedecesse de imediato e sim em ter dois escravos que teriam que ir além do que poderiam imaginar para o satisfazer. Ele sabia muito bem como fazer isso...

Como o planejado o tal amigo ligou para ele e depois de se vestir com a farda ele saiu com seu carro deixando seus escravos dormindo. Assim que virou a esquina parou e abaixou o vidro falando para dois homens que estavam encostados no muro:

-As portas não estão trancadas, entrem pelo fundo...

Jonas e Cláudio eram eles. Fortes e robustos, dois homens que levariam qualquer pessoa a loucura em questão de segundos! O primeiro era mulato, seus olhos eram grandes, vivíssimos, cuja esclerótica era branca como o papel! O segundo era descendente de italianos, seus lábios vermelhos e carnudos ocultavam duas ordens de finos e claros dentes que dariam inveja a qualquer um.

Eles então fizeram como o planejado e entraram pelos fundos, todos os dois encapuzados usando vestes negras, foram direto aos quartos, primeiro o de Emmanuel que tentou gritar, porém um deles tapou-lhe a boca, amordaçando-o com um pano e com uma chave de braço jogou-o no chão dando alguns fortes chutes em seu abdômen e em sua costela, depois amarrou suas mãos com força. Foi colocado em sua cabeça um capuz totalmente negro e prendeu-o com umas voltas de silver tape para que não escapasse, suas pernas foram presas, pelo tornozelo, com silver tape também. Saíram, então, em direção ao quarto onde se encontrava André que também recebeu os mesmos tratos: fora amordaçado, amarrado e encapuzado.

Todos os dois pensavam que estavam sendo vítimas de um seqüestro e se debatiam loucamente no chão. Jonas, para se divertir um pouco mais, encostou uma arma, porém de brinquedo, mas muito realista, na cabeça de um dos escravos dizendo:

-Acho melhor ficarem bem quietinhos! Você sabe muito bem o que isso é capaz de fazer com os seus miolos, não sabe? – Apertou o cano na testa dele – Pois então, obedeçam e tudo acabará bem. – Seu prazer podia ser medido pelo tamanho de seu sorriso que ia de orelha a orelha.

Jonas e Cláudio jogaram os dois vermes nas costas e carregaram-nos para a garagem. Emmanuel foi colocado no porta-malas e André foi com eles no banco traseiro do carro. Assim que saíram da garagem abaixaram a cabeça de André entre suas pernas para que os transeuntes não o vissem encapuzado.

Jonas sempre o ameaçava, deixando-o apavorado e suando frio, encostava a ama em sua nuca e balbuciava palavras de terror em seu ouvido...

Depois de algum tempo, saíram em direção a uma rua de terra e continuaram andando até chegarem a uma pequena propriedade que mais parecia um rancho, era isolado de qualquer contato com a sociedade. Emmanuel foi retirado do porta-malas e junto com André foram direcionados até o interior da casa. Ambos estavam apavorados e com um medo que fazia as pernas bambearem. Quando já se encontravam dentro da casa, eles foram postos de joelhos. André desesperado começou a dizer em meio a soluços:

-O que vocês querem de nós? Vamos conversar... Não precisa machucar ninguém aqui. Vamos conversar...

-Cala a tua boca! – Cláudio chutou sua barriga fazendo André cair para frente.

Igor molhou dois panos com um líquido e um entregou a Jonas.

Logo que sentiu aquela mão pressionando o pano molhado em sua boca por cima do capuz André se pôs a debater no chão tentando se livrar daquele homem, porém era inútil. O mesmo acontecia com Emmanuel. Os olhos deles se fecharam contra a vontade e o corpo foi desfalecendo aos poucos.

-Ótimo trabalho! – Das sombras daquela casa surgia Igor – Agora adiante senhores! Vamos à festa!

Acordaram amarrados, mas em locais diferentes. André estava em cima de uma mesa de madeira, estava nu e de bruços, com seus pés e mão acorrentados em cada extremidade, fazendo com que sua bunda ficasse totalmente desprotegida, já Emmanuel estava amarrado a uma pilastra de concreto em que as cordas prendiam sua mão para trás e outras cordas passavam em torno do seu corpo imobilizando-o, também estava nu. Ambos continuavam com o capuz, mas sem as mordaças.

-As meninas acordaram! – Falou Jonas, ele estava excitado só com a visão daqueles dois homens amarrados, imagine então quando a festa começar deveras...

-Por favor! Não nos machuque... Por favor! – André estava muito assustado.

-Cale já essa boca!

Igor estava em frente a Emmanuel, como ele estava encapuzado não podia vê-lo, mas sabia que tinha alguém perto dele. Ele falou baixinho:

-Solte-me e vamos resolver tudo com calma...

Seu escravo era muito bom, sempre controlado e calmo nos momentos em que normalmente qualquer um perderia o controle. Igor engrossou a voz e a deixou mais rouca para não ser identificado. Na calça de sua farda via-se um grande volume...

-Eu poderia te soltar, mas o bom está em ver você todo amarrado e incapacitado de se defender... Não vou te soltar.

-Mas...

Não continuou a frase, pois Igor deu um soco em seu rosto.

-Não quero ouvir mais a tua voz, ela me dá nojo. – Desferiu um outro golpe em sua barriga fazendo-o ficar sem ar. – Vamos ver o outro rapaz...

E caminhou até o corpo preso de seu outro escravo.

André sentiu a mão dele deslizando pelas suas costas, somente agora notando que estava nu, e lhe apertar a bunda com muita força.

-Você é gostoso, hein! Dono de uma casa daquelas e tudo mais... Mas você, pelo visto é muito novo... Então passa o telefone do seu pai! Ele será, espero eu, generoso e pagará um bom resgate por vocês dois.

-Como?

Mesmo com o capuz, Cláudio puxou os cabelos de André.

-Vai dar pra gente o telefone agora!!!

-Eu, eu não sei...

-Você tá da brincadeira né? Cara, eu to falando sério contigo! – Cláudio encostou a arma na nuca dele.

-Por favor, não! Não!!!

-Você que sabe...

Cláudio foi até um balcão e pegou uma chibata, voltou em seguida. Observou aquele verme estendido em cima da mesa com as pernas abertas, aquela visão deixava-o maluco! Sua bunda estava um pouco entreaberta, deixando à mostra seu cu e suas bolas. Passou a chibata pelo lado interno de suas coxas e se não fosse pelo nervosismo, André teria adorado aquela sensação.

-Foi tu quem escolheu isso...

André foi pego desprevenido e gritou quando a chibata bateu em suas costas deixando uma marca vermelha. Em seguida veio outra e depois mais outra e cada vez mais...

-Pára!!! Isso machuca!

-E então filho da puta? Vai dar o telefone do seu pai?

-E quem disse que eu tenho pai? – Desafiou.

-Olha bem o que tu fala! Vai ser pior pra ti...

As costas de André tinham marcas vermelhas muito visíveis e com certeza ficariam ali por muitos dias. Cláudio começou a chicoteá-lo nas coxas e a cada chicotada André dava um grito de desespero e dor.

-Vamos conversar cara, a gente resolve tudo na boa... – Falou com a voz trêmula

-Conversar? Cara, você está todo amarrado aí em cima dessa mesa, assim como teu irmão na pilastra... Não está em posição de exigir nada! E eu tenho outras idéias, sabia?

Cláudio passou a mão pelas marcas vermelhas de suas costas e desceu ate a bunda parando com o dedo quando encontrou o plug enfiado no cu dele.

-Não sei quem é seu pai, ou se aquele lá – Apontou para Emmanuel – é seu namorado, porém você tem um tratamento todo especial, hein... Vamos tirar isso daí.

E começou a retirar de dentro dele o plug. André estava muito contraído de tanto nervosismo e talvez por isso que doera tanto.

-Uh lá lá! Mas que cuzinho guloso! Engoliu tudo isso... Será que consegue engolir minha pica também?

Todo amarrado, André percebeu que não poderia escapar. Seria absurdamente estuprado por aquele homem.

Enquanto Cláudio se divertia com aquele verme, Igor observava tudo louco de tesão, ele adorava observar aquele tipo de cena. Talvez gostasse mais de observar do que praticar.

Jonas também tinha seu brinquedinho.

-Veja o teu amiginho, ele está sendo bem tratado pelo meu parceiro. Mas eu não podia deixá-lo aqui sozinho e com frio... Vamos esquentar um pouco! Primeiro me passe o telefone do teu pai.

-Não temos pai.

-Ah é? A gente está observando a casa faz tempo! Sei que tem um outro cara lá. Pode não ser teu pai, mas eu sei que tem. Passa o telefone!

Emmanuel não podia colocar seu mestre naquela situação tão perigosa. Ele não daria o telefone de Igor, não o envolveria nisso de jeito nenhum. Ele tentaria argumentar.

-Que acha de me soltar e conversar calmamente?

Jonas voltava com dois prendedores.

-Deixe-me pensar... É... Não.

Colocou os prendedores nos mamilos dele e começou a apertar.

No começo Emmanuel agüentou tranquilamente, pois já estava acostumado com aquela pressão em seu peito, Igor era fã de prendedores de mamilos, porém Jonas não teve dó e colocou muita força deixando a região instantaneamente roxa e sensível e a dor de suportável passou a ser lacerante.

-Chega!!!

-Eu ainda nem comecei...

-Me solta! Está aí todo confiante porque estou aqui amarrado, me solte e vamos ver se continua assim...

Jonas deu mais um soco em seu rosto fazendo-o calar a boca.

-Se você gritar mais uma vez nesse to comigo, saiba que será a última!

Dito isso, ele começou a procurar em um balcão próximo mais prendedores para torturar Emmanuel, eles haviam trazido muitos apetrechos e encontrando a sacola de prendedores, colocou um punhado deles na mão.

-Você vai gostar disso...

Começou a prendê-los na parte interna da coxa subindo pela virilha, logo que terminou toda a região começou a avermelhar.

-Você me paga!

Jonas começou a dar tapas em seu rosto.

-Pago é? – Falou dando tapas - O que eu pago? Que você vai fazer comigo assim, todo amarrado, hein?

André já desistira de implorar para soltá-lo e agora recebia mais castigos por não entregar o telefone de seu “pai”. Quem o castigava era Igor que munido de uma palmatória de madeira foi em direção aos pés de seu escravo e falou com a voz grossa:

-Será que vai gostar? Bom, eu acho que não...

E com velocidade e força desferiu um forte golpe na sola de seu pé direito e depois dessa vieram muitas outras que produziam um estalo possante quando a madeira encontrava a pele, Igor completou o serviço dando outros tantos golpes do pé esquerdo. André estava cansado de gritar, porém a dor o incomodava e desesperado ele tentava fugir dos golpes daquela palmatória, mas era inútil. Ele estava amarrado e nada poderia fazer para se defender. Seus pés estavam muito avermelhados. Igor passou a palmatória para Cláudio que começou a dar golpes em sua bunda. Ali, o estalo era maior assim como a dor também era.

-Sabe garoto, nós vamos deixar esse seu cuzinho um verdadeiro farrapo. Vamos te fuder tanto que você não vai ter forças nem pra andar direito.

-Me solta!!! Me tira daqui!!!

-Mas não se preocupe, vou te fuder com carinho...

-Vai tomar no cu!

Cláudio puxou-lhe o cabelo dizendo:

-Pense bem garoto! O único que vai tomar no cu aqui é você! E resolvi mudar de idéia... Não irei te fuder com carinho não, não merece minha piedade, vou arregaçar esse teu rabo!

Voltou a bater em sua bunda macia, porém naquela situação de muito medo e pavor André contraía com todas as forças seus músculos deixando-a rija.

Já Emmanuel estava com os músculos de suas pernas e os seus mamilos muito dormentes, conseqüência dos prendedores colocados em seu corpo. Jonas preparava uma pequena surpresa para ele... Igor desabotoava sua farda, estava ao lado dele e disse:

-Ouviu o que irá acontecer com o teu irmão? Eu andei refletindo um pouco e cheguei à conclusão de que irá ocorrer o mesmo com você. Por dois motivos: primeiro por não ter passado o telefone de teu pai e segundo por que seria uma idiotice da minha parte não aproveitar esses corpos tão apetitosos...

Jonas voltou com duas velas e entregou uma para Igor que já estava apenas de cueca. Emmanuel assustou-se quando Igor despejou a parafina quente em seu ombro, ela foi escorrendo formando um risco translúcido em seu tórax. Jonas despejou um pouco em seu mamilo esquerdo e desceu pingando a parafina pelo seu abdômen que se contraiu ao toque quente daquele líquido.

Cláudio já estava nu, mas antes ele posicionou um grande espelho de forma que ele poderia observar sua foda com André. Gostava de se olhar transando, gostava de ver todas as torturas que aplicavam em seu putinho, por isso colocara aquele espelho do lado da mesa. Era sempre um estímulo a mais, um fetiche gostoso. Quando se observava transando com alguém era como se houvessem quatro pessoas sendo levadas ao êxtase. Gostava de ver seu corpo suado, assim como gostava de ver a expressão de dor de seus vermes ao receberem sua taca poderosa dentro de seus corpos. Sim, para o azar (ou sorte) de André, seu cacete era grande.

Subiu em cima da mesa e deslizou os dedos no meio da sua bunda, parando quando encontrou seu cu retraído de medo, cuspiu e enfiou por alguns minutos apenas os dedos. Não tinha dó daquela homem todo amarrado, seus dedos entraram brutalmente em seu cu fazendo com que André chorasse de medo. Posicionou seu cacete ereto e pulsante e de uma vez enfiou tudo até o talo. André sentiu como se estivesse rasgando-se ao meio, seu cu por mais contraído que estivesse não era páreo para a força das estocadas de Cláudio que sem dó alguma meteu tudo e começou um violento vai-e-vem dentro daquele corpo que sofria tentando se livrar de sua rola. Ele se deliciava vendo aquele cuzinho dolorido se abrir para ele, e olhando sua imagem no espelho ficou mais violento ainda, pois era como se seu reflexo lhe falasse:

-Mais forte! Arregace esse puto! Faça-o cagar sangue!!!

Ele metia vorazmente.

Jonas e Igor se divertiam com Emmanuel e ouviam a foda de Cláudio e André, o que os deixavam mais loucos de tesão! Resolveram soltar Emmanuel, e com a arma em sua nuca disse:

-Acho melhor você obedecer putinho. E não faça nenhum movimento brusco senão estouro sua cabeça! – Soltaram-no e o amarra novamente, só que de frente para a pilastra, ficando assim com a bunda virada para eles. E que bunda! Igor colocou em seu pescoço uma coleira e a prendeu num gancho que havia no chão. Era um coleira com uma corrente muito curta, sendo assim, Emmanuel ficou de quatro no chão, com as mãos presas em torno da pilastra e com seus pés também acorrentados.

Jonas passava um pouco de lubrificante em seu delicioso cu enquanto Igor escolhia o tamanho do consolo a enfiar nele. Voltou com um grande consolo de cor negra e ponta saliente dizendo:

-Será que você tem a mesma elasticidade de teu irmão? Veremos...

Forçando a entrada, penetrou aquilo em seu corpo e começou a fazer movimentos circulares dentro de seu rabo, Jonas despejava mais parafina em seu corpo, desta vez nas suas costas.

-Isso machuca porra!!! – Gritou.

-Mas é esse o intuito: M-A-C-H-U-C-A-R! – Respondeu Igor rispidamente.

-Você anda muito malcriado, hein! Vou te ensinar uma lição seu filho da puta! Uma lição que jamais esquecerá!

Olhou para Igor e este entendeu que era chegado o momento do derradeiro prazer supremo.

Jonas ajoelhou-se atrás daquele verme também bombou tudo de uma vez violentamente. Seu pau não era grande, porém era grosso. Rasgando por dentro aquele corpo com seu cacete puxou seu cabelo com força. Igor batia em seu rosto dizendo:

-Toma viadinho! Está gostando? Engole tudo vai, engula tudinho com o teu cu, até as bolas seu puto! - Igor não agüentava mais queria gozar e uniu o útil ao agradável.

Com cuidado ele rasgou o capuz dele na altura da boca deixando um buraco suficientemente grande para poder colocar seu pau na boca dele. E colocou, porém Emmanuel cerrou os dentes de nojo daquele cacete que se esfregava em seus lábios.

-Não quer chupar? Você não tem que querer!!! – Deu-lhe mais um belo soco no rosto e encostou a arma em sua têmpora – Chupa! Eu quero estourar tua garganta!!! Se não o que eu vou estourar vai seu os seus miolos viado!!!

Emmanuel não teve outra escolha e abriu a boca deixando aquele caralho entrar e ir fundo. Igor colocou seu pau e logo sentiu a língua de seu verme passar em seu cacete. Não demorou muito para Emmanuel, mesmo desesperado com aquela situação, ficasse ereto.

-Olha só... O putinho tá gostando, né? Vamos ver se gosta disso... – Agarrou os cabelos dele e socou muito além da garganta, pois sabia que Emmanuel gostava de engolir tudo vorazmente. E começou a movimentar a cabeça dele para trás e para frente, sentindo a quentura daquela boca tão habilidosa.

Cláudio já estava gozando dentro do cuzinho de seu refém e passado alguns minutos seus movimentos pararam. Exausto e muito ofegante saiu de cima de André, deixando-o todo arregaçado e com muitas dores em cima daquela mesa. Ele também pegou uma vela e a ascendeu falando:

-A tortura não terminou...

Pingou a vela nas costas dele e formando uma linha de parafina no meio de seu dorso foi descendo pela perna até a sola dos pés. Pingou mais parafina até deixar o seu pé direito coberto dela, esperou esfriar jogando um pouco de água fria em cima e logo depois, pegando a palmatória, começou a bater novamente em seus pés, fazendo com que a cera da vela voasse longe.

Era a vez de Igor fuder Emmanuel e ele o fez de maneira diferente: enfiou violentamente seu caralho nele.

Enquanto isso Jonas começou a fuder André que agora, sem perceber, gemia baixinho...

-Você tá gostando... Vou te comer gostoso cara, você vai pedir por mais! – Disse baixinho no ouvido dele. – André se assustou com sua própria reação

Cláudio resolvera se deliciar com a boca de Emmauel enquanto este era enrabado pelo seu mestre Igor que estava prestes a gozar, mas quem gozou primeiro foi Cláudio e um forte jato de porra inundou a garganta daquele verme que quase engasgou com aquele líquido. Foi obrigado a engolir tudo.

Igor poderia muito bem gozar no cu de Emmanuel, seu escravo, porém ele queria ver sua porra escorrer nos lábios de André e fazendo um buraco em seu capuz idêntico ao que fez no outro escravo, meteu sua pica naquela garganta. André já não sabia mais se estava com medo ou tesão, porém sentia seu pau duro sobre a mesa. E não demorou muito para Igor gozar, pois era chupado com gosto pelo seu escravo que o deixou com cacete mais duro e rijo do que antes. André tinha uma boca deliciosa.

Estavam todos exaustos. Porém Igor não estava saciado.

Desamarrou André, que não reagiu a nada, e começou a amarrá-lo em outra posição de maneira que ficasse com a bunda levantada. Juntou as mãos e as prendeu com uma algema e depois prendeu a algema na mesa, colocou uma barra extensora em seus tornozelos de modo que mesmo se André tentasse, não conseguiria se proteger do que ele iria fazer com ele; colocou nele uma coleira idêntica a de Emmanuel para que ele ficasse de quatro. E amarrou os joelhos, através de uma corda grossa, aos braços dele. Cada joelho era preso a um braço para que ele decididamente não pudesse fugir daquela posição.

Começou, então, a despejar muito lubrificante na sua bunda e com alguns dedos penetrou sem dificuldade em seu cu, mas dessa vez seu propósito não era ir fundo e sim deixar-lhe largo, frouxo e amaciado. Cláudio despejava mais lubrificante para ajudar Igor em seu intento. Jonas conseguiu prender em seus mamilos um clamp japonês e puxando de pouco a pouco a corrente que se ligava ao mesmo foi deixando André mais louco ainda. Igor começou a forçar quatro dedos para dentro de seu cu. Quando chegou na altura dos nós dos dedos, ela também enfiou o polegar e forçou um pouco mais. André logo percebera qual a sua intenção e fez de tudo para não ficar nervoso, tentou relaxar ao máximo o corpo, ele sentia-se alargado e com um principio de uma dor tenebrosa, porém estava ficando cada vez mais excitado só de pensar no que o seu seqüestrador queria fazer com seu corpo.

Jonas puxava a corrente, apertando ainda mais os mamilos, enquanto Igor já estava quase conseguindo fechar a mão dentro de seu corpo. Passado alguns instantes conseguiu penetrar tudo.

André suava frio e Igor começou, um tanto devagar, a fazer movimentos de vai e vem com a mão fechada dentro de seu cu arreganhado, André teve certeza que não conseguiria conter um gozo por mais algum tempo. Seu corpo tremia enquanto aquela mão colocava-se para dentro cada vez mais e mais, sua pele estava toda arrepiada e seu pau incrivelmente duro! Cláudio começou a punhetá-lo fazendo assim com que seu gozo viesse mais rápido.

Ele fechou os olhos, sentia o clamp sugar seus mamilos cada vez mais intensamente, pois a corrente estava sendo puxada cada vez mais forte por Jonas, além da punheta que Cláudio batia para ele que lhe causava extremo prazer.

Igor já não estava mais apenas com a mão dentro dele e sim com quase todo o antebraço! O treinamento com o plug havia trazido muitos resultados satisfatórios e pela primeira vez André era fistado por alguém. Logo que percebeu o quanto André estava gostando, Igor começou um movimento de vai e vem dentro dele, colocando e retirando toda a mão, para Cláudio que punhetava aquele verme, a visão daquela cena de fisting fez com que gozasse mais uma vez.

André não conseguiria mais conter o gozo e realmente não conseguiu. Gozando fartamente em cima da mesa. Igor agora retirava seu braço de dentro dele e olhando para aquele cu completamente arregaçado disse:

-Acho que você aprendeu a lição garoto. – E olhando para aquele farrapo de cu, disse orgulhoso – Bem arrebentado! Do jeito que tem que ser...

André ficou parado uns minutos sem acreditar no que havia acontecido, nos prodígios que seu corpo foi capaz de realizar! André percebeu que se conhecia muito pouco, não fazia idéia de seus limites...

Igor lançou mais uma vez os panos molhados de clorofórmio às bocas dos dois que logo tombaram.

-Senhores... – Disse Igor – Acho que a noite foi muito proveitosa não?

-Noite? Eu diria madrugada! – Exclamou Cláudio que estava encostado na parede observando Emmanuel.

-Um ótimo escravo, não? – Indagou Igor.

-Sim, com certeza. Este outro também tem futuro – Disse apontando para André que já desamarrado dormia em cima da mesa.

-Ele só precisa de mais treinamento eu diria – Falou Jonas – Por mais que Emmanuel o ensinou muita coisa, ainda sim falta pulso firme Igor...

-Concordo. Mas agora vamos então? Quando eu resolver dar outra festa dessas, eu lhes chamarei novamente, da próxima vez tragam seus escravos também! Gostaria de ver Emmanuel ser comido pelo Luciel...

-Você e suas taras, hein! – Disse Jonas rindo prazerosamente.

Começaram então a se vestir e a vestir os escravos que foram amarrados novamente, só que dessa vez sem resistência de ambos, já que estavam sobre a ação do clorofórmio.

André também realizou uma antiga tara: ser fistado por alguém. Lógico que tudo fora devidamente premeditado por todos, pois entre eles havia uma regra inviolável: Praticar qualquer ato desde que seja são, seguro e consensual.

A idéia de convidar Jonas e Cláudio fora de Emmanuel, pois eles eram velhos conhecidos de faculdade e ele sabia muito bem que eles curtiam sessões de bondage.

Já eram quase 5 horas da manhã quando entraram nos carros e voltaram e a pedido de Igor, Jonas e Cláudio dormiriam em sua casa, aproveitando do conforto que Emmanuel e André poderiam dar-lhes.

Aquela noite estaria gravada na memória de todos pelo resto de suas vidas, principalmente na mente de André, pois ele gostaria de ser fistado em muitas outras oportunidades pelo seu mestre Igor...


Créditos:

Conto de: JC
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Conto Exclusivo Bondage Man

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