Gozo, Suor e Dor: A Orgia Continua - Fantasia & Realidade


Parte II


Emmanuel voltou ao quarto já vestido e com o cabelo um pouco molhado. Era noite.

André estava com tanta fúria daquele homem que nem percebeu que seus braços e pés estavam dormentes e naquela posição sua coluna latejava de tanta dor.

-Vá tomar seu banho, nós iremos jantar fora com o mestre Igor. – Disse retirando a silver tape de André.

-Sim. Nosso mestre parece ser muito letrado em práticas bondage...

-Será que desaprendeu as regras? – Puxou os cabelos dele forçando-o a encurvar mais a coluna para trás e sendo assim, fazendo-o sentir mais dor.

-E... Eu?

-Ultimamente e principalmente hoje tem se esquecido do uso obrigatório do “senhor”! Não se faça de otário, não brinque comigo! Vá tomar o seu banho agora!

Depois de desacorrentado e desamarrado, André entrou no banheiro massageando seus pulsos e sempre com o olhar inquisidor de Emmanuel a fita-lo. Tomou seu demorado banho e saindo enrolado com a toalha, teve a surpresa de encontrar com seu novo mestre. Igor estava sentado na cama da qual antes ele estava acorrentado feito um cão, aliás, André adorava ser adestrado como um cachorro... Logo que o viu, Igor foi dizendo:

-Hoje, iremos os três a algum restaurante, vamos ao cinema também...

-Ótimo! Irei me trocar! - Respondeu André.

-Mas antes... Você colocará isso... E o usará durante todo o nosso passeio.

Um plug muito avantajado para os padrões normais de André pendia nas mãos de Emmanuel.

-Mas...

-Você tem esquecido certas regras rapaz, isso fará você lembrar de todas elas. Fique de quatro em cima da cama.

Ele não tinha outra escolha, e com o dedo besuntado de lubrificante Igor foi relaxando seu cu até estar devidamente frouxo para suportar a dor. André ficou tenso, mas não conseguiu conter a ereção, os dedos de Igor sabiam enlouquecer qualquer rabo. E ele saberia que iria ser uma noite longa. Longa, porém prazerosa...

Com cuidado, mestre Igor posicionou aquele plug na direção de seu cu e começou a penetrar vagarosamente, observando aquele buraco se abrir. André mordeu o travesseiro, pensou que não iria suportar e começou a implorar para que parasse. Mas Igor dizia que já estava no fim, que já entrara quase tudo...

E entrou.

O plug vinha com correias, próprios para esse tipo de fetiche, então ele amarrou as correias de couro entorno de seu escravo e as apertou.

-Pronto! – Disse orgulhoso. – Vá se trocar agora! E escute bem o que vou lhe dizer! Se você retirar esse plug de dentro de você, eu farei questão de colocar algo muito maior aí dentro até sair sangue e sua pele rasgar ao meio!

Igor falava sério, não gostava de ser desobedecido.

Saíram cerca de 30 minutos depois, André andava com dificuldade, pois cada passo que ele dava parecia que aquele plug penetrava mais fundo dentro de seu corpo. Para sentar no banco traseiro do carro foi um sofrimento, Emmanuel e Igor se divertiam com seu dolorido sofrimento.

Foram primeiramente assistir um filme no cinema do shopping e dentro da sala André de vez em quando se movimentava na poltrona, pois aquela situação começava a mexer com sua libido. Ele rebolava levemente em cima da cadeira fazendo aquele plug mexer dentro do seu cu. Estava começando a enxergar o lado prazeroso dessa brincadeira g, começava a ficar louco de tesão.

André podia a qualquer momento retirar aquilo de dentro dele, podia dizer que iria comprar mais pipoca e invés disso, iria ao banheiro retirá-lo, porém uma vontade louca de obedecer àquelas ordens o dominou de maneira inebriante! Ele queria sentir aquela dor, aqueles espasmos de seu corpo tentando se livrar daquele objeto. Ele começou a remexer-se mais rápido na poltrona.

Igor com um tom irônico perguntou:

-Algo o incomoda?

-Não Senhor.

-Que bom que está lembrando dos bons modos rapidamente...

Assim que o filme terminou foram direto a um restaurante, Igor sempre observando o comportamento de seu escravo André. Este, porém além de ter que andar com mais cuidado por causa daquele plug, também tinha que disfarçar uma avantajada ereção.

Realmente Emmanuel fez um bom serviço, pensou Igor, ele era um francesinho muito bonito. Magro, com músculos pouco definidos e era bem nisso que residia seu sex appeal: seu corpo esbelto. Magro, porém sensual.

Assim que chegaram ao restaurante, Igor procurou a mesa mais afastada de todas, queria colocar um fetiche seu em prática com seus dois escravos. Quem escolheu o prato foi ele também que logo chegou à mesa, Igor gostava de massas e pediu uma macarronada ao molho branco.

Ele começou a observar os outros clientes que ali estavam que para o seu contentamento eram poucos. Passados alguns instantes ele perguntou:

-Como está o jantar Emmanuel?

-Ótimo Senhor!

-Está melhor que o gosto de seu mestre?

-Não Senhor... Como assim?

-Não quer provar o meu gosto para melhor comparar?

-Como assim meu Senhor?

-Entre debaixo dessa mesa, agora! Ninguém está olhando... Caia de boca no meu pau!

A toalha da mesa era longa, arrastava no chão, mas Emmanuel hesitou.

“E se alguém nos ver?”

“E se alguém nos pegar?”

“E quando eu entrar debaixo da mesa, como farei para sair sem ser visto?”

-Mas Igor... Aqui?

-Tenho cara de quem repete uma coisa duas vezes?

Cuidadosamente Emmanuel escorregou para debaixo dela. Igor aproximou-se mais da mesa e sentiu seu escravo abrir seu zíper.

Aquilo era extremamente perigoso e excitante, e o simples fato de pensar em realizar aquela fantasia deixou Igor ereto. Emmanuel esta sentindo muito medo, pois era muito arriscado, mas as vontades de seu mestre deveriam ser realizadas e ele começou a mexer, por cima da cueca, naquele pau duro e suculento. Ele tirou-o para fora daquele pedaço de pano, e um cheiro de pica maravilhosa inundou suas narinas. Igor tinha um pau selvagem, cheio de veias e com a cabeça bem avantajada. Emmanuel lambeu suas bolas e no primeiro contado de sua língua com o saco fez Igor tremer, deixando cair os talheres.

André observava tudo aquilo chocado com a audácia de seu mestre. Até onde iria Igor? Todavia ele também estava chocado com sua própria audácia. Ele estava ali, com aquele plug socado no meio da sua bunda e se perguntava:

“Será que alguém percebeu?”

“Será que algumas dessas pessoas seriam capazes de fazer o que estou fazendo agora?”

“Que espécie de ser humano eu sou ?”

Enfim, o cacete de Igor sentiu a maciez já tão bem conhecida da língua de Emmanuel. E longas passadas de língua, da base até a ponta, fizeram Igor cerrar os olhos como se estivessem entre quatro paredes, porém estavam em público.

-Meu senhor...

Era André chamando de volta à Terra, pois seu mestre quase soltara um gemido no meio daquele estabelecimento.

-Me faça gozar, seu puto! – Disse baixinho sem dar atenção a André.

Emmanuel resolveu aumentar a pressão das lambidas e a velocidade da punheta que batia prazerosamente para seu mestre. E depois de alguns minutos ele já sentia sua boca ser invadida por aquele líquido tão precioso.

-Isso... Ahhh... Agora beije meus pés... – Disse tremendo de prazer.

Emmanuel colocou-os em cima de seu colo e desamarrou os cadarços, retirou os sapatos, e as meias foram tiradas com a boca, os pés de seu mestre estavam quentes e muito cheirosos, um odor típico de um pé muito bem tratado, Emmanuel delirou, assim como seu mestre que se encontrava em pleno êxtase. Ele beijava, chupava, lambia, acariciava cada pedacinho daquelas solas, cada dedo daquele pé saboroso...

-Senhores...

Era o garçom. Emmanuel congelou na hora debaixo da mesa e vários pensamentos vieram em sua mente:

“Será que me descobriram aqui?”

“Será que o garçom me viu entrar debaixo da mesa?”

-Sim? – Igor deu um chute no rosto de seu escravo que entendeu na hora que era para continuar a lamber seus pés. E chupou cada dedo de maneira que seu mestre o elogiaria por muito tempo depois. Porém, o chute fez a mesa balançar e o garçom percebeu algo estranho e muito educadamente disse:

-Há algo de errado em nossa mesa senhor?

-Não, não, apenas câimbras em minhas articulações. Muitas horas em pé no serviço...

-Certamente. Os senhores aceitariam mais alguma coisa? Uma outra garrafa de vinho?

-Com certeza!

-Voltarei imediatamente.

Obedecendo ao seu mestre, Emmanuel lambia seus pés saborosamente. Passava a língua entre seus dedos, mordia vagarosamente seu calcanhar fazendo-o arrepiar na cadeira. Ele adorava lamber os pés de seu senhor, e fazia isso muito bem! Adorava cheirá-los e lamber suas solas tão rosadas, pois a pele de seus pés era muito fina. Igor tratava muito bem deles e sempre pedia para seu escravo fazer massagens com óleos. Emmanuel divertia-se com eles, passava a língua, deslizava os dedos levemente.

Tudo debaixo daquela mesa...

-Saia!

Emmanuel, com muita cautela, saiu de debaixo da mesa. Estava um pouco suado. Assim que ele sentou, olhou para todos os lados e percebeu que ninguém o encarava. Ninguém, por sorte, vira-o fazer aquilo. Igor foi dizendo com o dedo indicador balançando ameaçadoramente em seu rosto:

-Escute bem, parece-me que você também está merecendo uns castigos garoto! Nunca, eu disse NUNCA hesite quando eu lhe der uma ordem! Por que parou de me lamber?

-Eu fiquei apavorado. – Respondeu de cabeça baixa.

-Você não está do lado de um amador garoto! Perdeu a confiança?

-Não senhor...

O garçom retornou com a garrafa de vinho e estranhou o aparecimento repentino de Emmanuel.

- Toilette – Respondeu ele percebendo o olhar curioso do garçom.

Assim que ele se foi, Igor continuou:

-Para o seu bem, espero que não tenha perdido a confiança mesmo! Agora termine o seu jantar, pois a comida pelo visto já esfriou. – Disse com uma malícia no olhar e um sorriso nos lábios.

Depois que eles terminaram Igor propôs um passeio ao shopping, nunca deixando de observar André e seus movimentos desajeitados por causa daquele plug. A hora de se divertir com ele estava chegando...

Já era quase meia noite quando entraram novamente no shopping. Quando vieram assistir o filme não pararam para ver nenhuma vitrine, agora poderiam andar com mais calma...

Depois de passearem um pouco, Igor disse que iria ao banheiro, e queria a companhia de André, que obedeceu-o com um pouco de medo, pois ele descobrira da maneira mais abrupta que podia se esperar tudo de Igor, literalmente tudo...

André não tinha nada contra Igor, muito pelo contrário, ele era um homem (pelo que ele pode observar) amável e carinhoso se você o obedecesse. Porém ele ia mais longe do que Emmanuel para sanar seus desejos mais devassos.

Não deu outra, assim que entraram no banheiro, Igor começou a morder seu pescoço e a apertar sua bunda. André sabia que se o repudiasse seria o seu fim, mas estava muito preocupado, pois aquele banheiro era público. Igor percebeu a inquietação de seu escravo e disse:

-Preocupado? Se quiser podemos ir para um lugar mais reservado...

-Seria melhor meu Senhor!

-Está bem!

Dito isso o pegou com força pelo braço e o jogou em cima do vaso sanitário, entrou e fechou a porta com o trinco.

-Assim está melhor?

-Mas...

-Cale essa boca!!! – Deu-lhe um tão esperado tapa em seu rosto – Você tem que obedecer verme!!! OBEDECER!!! - Começou, freneticamente a desabotoar a calça e lançando seu pau para fora ordenou que seu verme o chupasse.

Seu pau ainda estava com cheiro de porra e isso começou a mexer com André. Ele deslizou a pele que cobria a cabeça do cacete para traz e passou a língua vagarosamente, olhando para os olhos de Igor, que brilhavam de tesão!

Ele engoliu com vontade aquele caralho enquanto suas mãos apertavam os mamilos de seu mestre. Seu cu estava sedento por uma pica, e ele logo teria uma para arregaçar-lhe por completo!

-Vire-se...

Igor desamarrou as correias e começou a puxar o plug observando prazerosamente os músculos das costas de seu escravo se contrair de dor. Retirou totalmente e começou a lamber aquele buraco deixando-o molhado e piscando de desejo. Ele mordia sua bunda, chupava seu cu, beijava-o... André estava louco de tesão! Adorava receber lambidas em seu cu!

-Me coma! Eu quero muito!!!

-Calma... Eu que dito as regras aqui...

Nesse momento alguém entrou e começou a mijar num sanitário um tanto próximo dos dois.

Nisso, Igor penetrou os dedos naquele cuzinho molhado, fez André gemer baixinho com dois dedos lá dentro, ele movimentava-os em círculos, vai-e-vem e de todas as maneiras imagináveis... Mas ele também não agüentava mais e preparou seu pau cuspindo na cabeça e enfiando vagarosamente para poder sentir aquele corpo se abrir para acomodar seu grande caralho.

Colocou tudo e disse:

-Vamos ver do que você é capaz, só que agora é comigo...

E começou um vai-e-vem gostoso segurando-o pela boca. André gemia baixinho, pois por mais que estivesse com medo de ser pego em flagrante, estava adorando ser dominado por aquele macho saudável num local tão perigoso como aquele. Mas para desespero de André, eles ouviram o sanitário ao lado ser ocupado, mas mesmo assim Igor continuou estocando seu cacete em André que se contraiu todo de medo fazendo com que o pau de seu mestre doesse a cada bombada. Igor parou por um instante e teve a surpresa:

-Continuem... Não sei quem são, e nem quero saber, mas vou bater uma aqui ouvindo a foda de vocês. – Disse uma voz desconhecia.

Aquilo só excitou ainda mais Igor, que começou a socar pra dentro com força e muita selvageria. Eles escutavam aquele estranho bater uma ao lado e gemer baixinho também... Ele mordia as orelhas de seu verme que, enfim se entregara completamente e deixava o caralho de seu mestre entrar e sair de seu corpo sem nenhuma objeção.

-Eu acho que agora você já é digno do meu leite, verme...

E mandou ele se virar e abrir a boca. André obedeceu, ficou de joelhos e posicionou sua boca na mira daquela poderosa pica.

No sanitário ao lado o desconhecido estava gozando, gemeu prazerosamente enquanto, imaginou André, sua pica gozava fartamente molhando por completo sua mão. Passado alguns instantes ficou quieto e saiu do banheiro sem dizer nada.

Nisso, Igor começou a aumentar a velocidade de sua punheta, movimentando num vai-e-vem frenético a mão em torno de seu cacete duro e molhado. E depois de alguns segundos, gozou abundantemente na boca aberta de seu novo escravo. Um fio de porra começou a descer pelo queixo dele, mas com o dedo indicador ele arrastou aquele pouco de goza pra dentro de sua boca e engoliu tudo...

Ambos ficaram em silêncio, André olhava diretamente para os olhos de seu mestre e viu refletidos neles um carinho selvagem e dominador, podia se transformar em um sentimento perigoso se ele não soubesse como agir devidamente, mas ele sabia que não tinha como errar; Igor também ficou olhando para seu escravo, não pensou em nada apenas passou a mão em sua cabeça e disse:

-Levante-se André, não pense que só porque me deu um pouco de prazer ficará liberto de seu castigo por esquecer certas regras. Vire-se novamente.

Ele obedeceu, levantou e se virou. Sentiu aquele plug adentrar, agora com mais facilidade, seu cu relaxado. As correias foram presas novamente em torno da sua cintura. Igor então disse:

-Vamos para casa...

Quando saíram do banheiro não avistaram quem era o homem que se punhetou enquanto transavam, mas também isso não fazia diferença...


Créditos:

Conto de: JC
Profile do Orkut: http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=7799167405803804684
Conto Exclusivo Bondage Man

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