Artilheiro Escravo


O jogo estava animado! Era futebol, de um lado o time da escola Bragança de Sá, do outro, o time da escola Maristela Rodriguez, ambos muito bons e com jogadores altamente qualificados.

Mas como em todo jogo sempre tem que ter aquele mais exaltado, que acaba cometendo faltas absurdas com o intuito de ter o domínio da bola só para ele neste jogo não seria diferente. Seu nome era Lucas, jogador do Bragança de Sá.

Logo nos primeiros minutos, ele já fora advertido com um cartão amarelo, o treinador irado gritava seu nome:

-Lucas!!! Não faz isso pelo amor de Deus!!!

Mas de nada adiantou, passado pouco tempo, ele meteu um chute que, invés de pegar na bola acabou machucando o adversário. Resultado?

Expulsão!

Saindo do campo emburrado foi direto ao vestiário esfriar a cabeça debaixo do chuveiro, estava tão raivoso que entrou de uniforme e tudo debaixo da água.

-Juiz filho da puta! Aquele viado me paga! Só pode ser marcação...

A água molhava o uniforme deixando-o colado em seu corpo.

-Marcação? Disso eu tenho certeza. As pessoas têm inveja de seu talento Lucas.

-Ahh! È você... Minha cabeça está tão cheia que nem percebi você entrar.

-Ultimamente tem andado muito distraído...

-Também não é pra menos! – Apontou com a cabeça em direção ao campo – Olha só!

Rafaello sentou-se num banco que ficava de frente para o box onde Lucas tomava seu banho, observando-o, não conseguiu conter seus desejos e passado alguns minutos tivera que cruzar as pernas para disfarçar uma potente ereção. Rafaello era o que podemos dizer de “faz-tudo” pra o time do Bragança de Sá. Limpava as bolas, preparava as chuteiras, os uniformes, enfim, tudo o que imaginar.

Lucas sentia-se incomodado com aquele olhar de Rafaello, parecia um cão ao ver um pedaço suculento de bife, percorrendo cada parte, cada centímetro de seu corpo.

-O futebol realmente faz milagres com o corpo... – Disse Rafaello

-Como assim?

-Ora! Veja o seu corpo. Torneado, rijo, definido...

-Pára moço!

-Modesto?

-Nem um pouco.

-Melhor assim...

-O quê pretende?

-Necessito dizer?

-Se eu me fizer de ingênuo?

-Sou perspicaz o suficiente para perceber que não é.

Seguiu-se um momentâneo silêncio, o tórax de Lucas arfava por causa de sua respiração descompassada. Rafaello levantou-se, não sentindo mais vergonha de sua ereção aproximou-se de Lucas.

-Perceberia também que não me repudiaria se te pegasse à força aqui e agora.

-Está louco? Não sou desses.

-Será que não?

-Afaste-se Rafaello!

Quem iria impedi-lo? Lucas não sabia, porém viria a descobrir que seu amigo é muito mais forte que ele e que nada poderia segurar aquele homem quando este se propunha a arrebentar um cu.

Rafaello empurrou-o mais para dentro do box e quando Lucas fez menção de fechar o punho para desferir um soco, suas mãos foram seguradas com força e colocados para trás. Eles ficaram cara a cara.

-Você ainda vai se arrepender muito! Me solte!

-Eu ainda nem comecei...

Beijou-o, enfiando sua língua na boca dele encontrou os dentes cerrados de pura raiva, mas não se preocupou, continuou lambendo seus lábios debaixo do chuveiro.

Lucas estava desesperado, pois se alguém o visse seria o fim para ele. Tentando se livrar daquele homem, ele resolveu morder sua boca tirando sangue.

-AHHHHHHHH!!! Seu viado filho da puta!

Lucas mal teve tempo de correr e já ficou sem ar, pois Rafaello lhe dera um chute no saco, fazendo-o cair de joelhos no chão e enquanto ele tentava se levantar e respirar normalmente, Rafaello voltava tendo em mãos uma fina, mas resistente, mangueira (aquelas usadas nos chuveiros). Em seu lábio inferior escorria um fino fio de sangue e ele disse:

-Eu até que iria ser carinhoso com você, pois creio eu que seja a primeira vez que dará o cu... Mas você não soube aproveitar a chance.

-Eu... Eu vou... Te matar se encostar...

-Cala a boca! – Deu um soco em seu rosto – Vai levar pica calado! E se doer não quero cara feia, hein!

Amarrou os seus pulsos para traz com a mangueira, e o virou.

-Vamos ver o que esse corpo é capaz de me oferecer?

Abaixou o seu calção, deixando-o só de cueca, Lucas estava apavorado, pois nunca passou pela sua mente dar o cu, ele era homem! Macho! Aquilo para ele era o fim...

-SOCORRO!!! ME TIREM DAQUI!!!

-Cale a boca verme! – Deu outro soco em seu rosto, mas quando Lucas iria gritar novamente, Rafaello amordaçou-o com um pedaço de pano de chão rasgado ao meio, depois disso, Lucas podia gritar à vontade que ninguém o ouviria.

Rafaello começou a brinca com o corpo daquele jogador de futebol, passava as mãos em suas pernas, deslizava a língua por sua barriga definida, Lucas por sua vez se debatia no chão molhado e isso estava incomodando Rafaello.

-Quanto mais resistir, mas fundo serão as estocadas, seu puto gostoso.

Diante dos chutes de Lucas, ele não teve escolha e amarrou com o outro pedaço de pano de chão seus tornozelos.

-Tente fugir rapaz... He, he, he, você é meu! Como eu gosto de arrebentar um viadinho virgem! Vou comer seu cu com gosto, vou te estourar completamente! Você vai até implorar por mais se quer saber!

Lucas rasteja no chão, todo molhado e apenas com a camiseta do time e a cueca, mas Rafaello começou a despejar shampoo por onde ele rastejava fazendo com que os seus frenéticos movimentos de tentativa de fuga fossem em vão, ele então puxou-o pelas pernas em sua direção, pois seu pau estava estourando na cueca de tanto tesão. Tirou sua roupa molhada e exibiu seu cacete duro para Lucas.

-Olha só! Observe bem meu querido... Pois é isso que irá entrar fundo no seu cuzinho virgem! Sinta o cheiro da minha rola.

Passou seu pau no nariz dele, porém Lucas não desistia e tentava fugir da mira daquele cacete duro e pulsante.

-Cheire agora! - Apertou a cabeça de Lucas violentamente contra o seu pau, forçando-o a cheirá-lo – Gostou viadinho? Gostou do cheiro do seu homem?

Nesse momento uma grande ovação vinda das arquibancadas foi ouvida pelos dois, Maristela Rodriguez acabara de fazer um gol.

-É meu puto, seu time vai de mal à pior! Mas voltemos ao nosso assunto... Onde eu estava mesmo? - Olhou para a bunda de Lucas – Ahh, me lembrei! Vou te comer! – disse tirando a cueca dele.

Lucas chorava de medo, tremia de ódio, estava descontrolado e chocado com os pensamentos que rondavam sua mente.

“Esse cacete vai entrar no meu cu!”

“Eu vou ter o meu cu arrombado!”

Rafaello brincava com sua bunda durinha e arrebitada e molhando a mão com shampoo deslizou os dedos para dentro de seu buraquinho virgem.

-Ahhhhhhhhhhhhhhh... – Urrou amordaçado.

-Mas que homem frouxo! Nem vem eu não está nem doendo! Nem coloquei meu cacete ainda, quando enfiar minha tora no seu cu, daí sim você terá motivos para gritar.

Depois de brincar com seu cu, Rafaello não suportava mais, tinha que meter logo naquela bunda gostosa.

De tão nervoso, Lucas mantinha sua bunda retraída e isso só fez com que seu dominador sentisse mais prazer ao começar a enfiar seu cacete nele, e encontrando certa resistência, pois era um cu virgem, estocou com força pra ver se entrava tudo de uma vez.

Rafaello não era homem de ter paciência.

Colocando mais força, enfim, conseguiu afrouxar aquele cuzinho e deixando-se ficar por algum tempo dentro dele sem se movimentar aproveitou o momento para relaxar um pouco mais os nervos de Lucas, mordendo sua orelha e falando:

-Viu só, é gostoso no final... Sente minha pica dentro de você, não é bom?

Lucas tremia de dor e humilhação. Mas nada disso importava a Rafaello que começou um vai-e-vem dentro dele, tirando e colocando tudo de uma vez! Aquele cu não era mais virgem assim como Lucas já entendera que quanto mas rápido Rafaello gozasse, menor seria o seu sofrimento.

No entanto, Lucas ficou abismado com que acabara de perceber; seu pau também estava duro! Ele deslizava no chão molhado, pra cá e pra lá acompanhando os movimentos das estocadas,.ele estava duplamente chocado.

“Meu Deus! Eu sou um viado? Eu estou gostando? Não, isso não é verdade!”

Tentou ao máximo retardar sua ereção, mas era inútil, com os pés, mãos e boca amordaçados não tinha como esconder. Rafaello percebeu seu pau duro e começou a punhetá-lo.

-Esse puto é safadinho, hein! Se faz de difícil, mas no fundo gosta...

Lucas mesmo assim ainda não perdeu as esperanças de conseguir se soltar, mas para o seu desespero tudo estava muito bem amarrado. Seu cu doía e os músculos de sua bunda já estavam doloridos de tanto ficaram contraídos.

-Deixa eu te enrabar em outra posição...

Pegou-o pela camisa e o levou para fora do box e colocando-o em cima do banco que estava sentado momentos antes, deixou Lucas de quatro, debruçado em cima do assento do banco. Assim, de quatro, a rola de Rafaello penetrava mais fundo, estourando por completo aquele cu gostoso. A cada estocada, Lucas deva um gemido de dor e desespero enquanto seu pau endurecido estava sendo punhetado por Rafaello. E quando menos esperava, um arrepio percorreu sua espinha e suas pernas bambearam, sua visão ficou turva. Estava gozando!

Lambuzando a mão de Rafaello, gozou fartamente! E também porque não prazerosamente? Sim! Ele estava em puro êxtase devido ao gozo que acabara de ser vítima.

Sentindo a porra de Lucas escorrer pelos seus dedos, Rafaello também não se conteve e enfim gozou dentro dele com muita força e selvageria.

Ambos ficaram quietos por alguns instantes, só se ouvia a respiração acelerada de cada um, fruto de uma boa e espetacular gozada.

-Você sabe que se contar a alguém, seu nome também ficará sujo, não? Então acho melhor ficar caladinho... Tome o seu banho em paz agora.

Desamarrou os pulsos dele e saiu do vestiário, sendo acompanhado pelo olhar dele.

O que seria de Lucas? Ele acabou de gozar com um homem, um homem que literalmente o estuprou! Ele estava muito confuso, mas resolveu esquecer por enquanto essas questões, desamarrou os tornozelos e tirou a mordaça, tomou um rápido banho, pois queria saber como estava o placar do jogo.

Mas a curiosidade acabara de nascer dentro dele...

Conto de JC, Exclusivo Bondage Man

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