Diário de um Algoz



O ano é 312, e vivo no maior império do mundo. A grande e decadente Roma.
Os líderes não respeitam mais o povo. O Povo já não é mais romano, e, eu, sou o que resta entre o Estado romano e seus réus.
Não me interessam razões. Não me interessa o poder. Não me interessa a justiça.
Sou pago apenas para provocar a dor, e, com a dor, ganhar meu pão.
Não sinto pena, nem tampouco culpa. São, todos eles, réus culpados ou inocentes, ratos esperando a dor. Eu só a agilizo. Ou não...

Hoje o réu era um qualquer, sujeito de posses mínimas, que ousou chamar o excelso pretor de ignorante.
O Poder não deve ser desafiado sem segurança...

Mandaram-no para cá, para que aprendesse que ignorante era ele.

Acorrentado, ele entrou de cabeça erguida, que com um só soco abaixou...
Mandei que os soldados o prendessem nu e na cama vertical, feita de madeira, e ali dei-lhe as primeiras cinco chibatadas. Ele não me pediu para parar... e eu não parei.

Tirando do meu armário um alicate, lhe mostrei enquanto dizia:
- Começaremos com este. E você já estará um pouco mais inteligente...
Mostrei-lhe então um martelo, alguns pregos e cordas:
- Com estes, você logo saberá matemática...
E por fim, lhe mostrei um cassetete de madeira e um cântaro de vinho:
-Com este - disse-lhe ao mostrar o cacete - você já será um bom aluno, espalhando aos quatro cantos pedidos de perdão.

O sujeito, com o olhar alterado, mas resoluto, cuspiu-me na cara. Adoro quando eles o fazem...
Aquele, em particular, era melhor, por ser estivador no porto, com a pele morena e os músculos salientes, logo me excitou.

Mandei que os soldados o deitassem, amordaçando-o, para que não cuspisse mais em mim. E então, com o alicate, vagarosamente, apertei seu mamilo direito.
Seus sussurros anasalados de dor logo se transformaram em gemidos, que ressoaram entre as gargalhadas dos soldados.
- Esta se sentindo mais esperto?
Seu olhar, misturado de dor e orgulho, poderia me matar se fosse possível.
- É... acho que não...
Com um outro alicate, fiz o mesmo com o outro mamilo, e logo vi seu rosto ficar vermelho, suando frio, e seus gemidos aumentarem.
- Ainda não?...
Com um terceiro alicate, maior e mais pontiagudo, me dirigi à sua virilha, onde passei os dedos tranquilamente...
Logo seus gemidos começaram a se descontrolar. A simples menção de tortura do o pau, deixa a maioria dos homens apavorados.
- Acho que agora sim estamos fazendo progresso!
Sua cabeça se debatia violentamente, quase implorando para que eu não tocasse em sua genitália.
Encaixei o alicate um uma das bolas e, de leve, apertei, e logo seus gemidos viraram gritos em baixo da mordaça.
- Tirem-lhe a mordaça... adoro ouvi-los gritar.
Enquanto lhe tiravam a mordaça, apertei um pouco mais, e logo pude ouvir berros de súplica.
- Viu como estamos ficando espertos?
Passei a mão na outra bola. O saco do rapaz era bonito, grande, e com bolas grandes. Perfeitas para o alicate!
-NÃO... POR FAVOR... EU PEÇO DESCULPAS... O PRETOR É O MELHOR E MAIS CULTO DOS HOMENS... É A PESSOA MAIS INT.AAAAAAAAH... NÃÃÃIO... AAAAH... NÃO!!!!!!! AAAAAAAAAAH
Apertei de leve a outra bola com o alicate... e os gritos me excitaram ainda mais!
Em meio as gritos de dor daquele gentil infeliz, eu e meus soldados gargalhávamos.

- E esse é só o começo...

Mandei os soldados o desatarem da cama vertical e que amarrassem seus pés numa barra de ferro, de forma a ficarem o mais distante um do outro o possível.

O amarrei numa mesa, com o cu virado para mim e meus soldados, e com os pregos e um pedaço de couro, atei-lhe os pés no chão, sem que ele pudesse movê-los.

- Muito bom! Agora, aprendamos a contar! Quero que você enumere quantas chibatadas vai levar - disse-lhe mostrando um chicote para cavalos xucros - Vou esquentá-lo um pouquinho, só para que as chibatadas não sangrem. Aprendi com um médico amigo meu. Quanto mais quente o chicote, menos sangrentas as chibatadas.

Mirei-lhe aquela bunda torneada e dei-lhe uma chibatada com o chicote quente.

- HUMMMMFFFFFF...
- Vou aceitar com UM. Mas o dois deverá ser melhor pronunciado! Não querebos aquele terceiro alicate de volta onde estava - "SHTA"!
- HUMMMMMMMMMFFFF...
- Não, não! DOIS! Repita - ordenei enquanto encaixava o alicate em sua bola.
- DOIS! DOIS!!! DOIS!!!!
- Muito bem - "SHTAA"!
- Trêssmmmmfffhhh
- Isso! Quase lá! "SHTAA"!
- Quaaahtrooohh.... piedadade! - berrou o pobre homem aos prantos.
- Mais uma e estaremos quites! "SHTAA"
- AAAAAAAH... PARE!!! PARE!!!
- Ops... não foi bem o eu queria ouvir! Agora rapazes, ensinem-lhe a contar até cinco!

Os quatros soldados se alinharam, e cada um deu-lhe um tabefe no rosto, contando quantos ele havia levado. Eu, por último, dei-lhe o mais farte dos tabefes e gritei em seu ouvido "CINCO!!!".
Peguei, então o cassetete, e, enquanto passava um pouco de azeite nele, disse-lhe:

-Bom! É hora de aprender a ser um bom aluno.

Passei o cassetete por seu cu e ele logo pôs a corar novamente.

- Ora! Não seja tão maricas... É preciso ser muito homem para aguentar um desses no cu! Vamos ver se você é homem o suficiente.

Tudo que se ouviu foi um berro de dor e desespero. Eu havia enfiado todo aquele cassetete em seu pobre cuzinho virgem.

- Viu! Agora você está pronto para o resto! Afinal, meus rapazes precisam relaxar após um longo dia de trabalho!

Enquanto eu tomava meu vinho, os rapazes se despiram, e ali se revezaram fodendo o cuzinho recém inaugurado do estivador pretensioso. Aquela era a parte que eu mais gostava! Soldados são ignorantes, mas se há uma coisa que eles sabem é foder! Eu ouvia o choro sufocado do torturado enquanto um lhe fodia e o outro lhe engasgava com o pau em sua boca.

- SE MORDER MEU PAU, EU JURO QUE VAI SER A ÚLTIMA DENTADA DA SUA VIDA PEDERASTA NOJENTO! - disse-lhe o rapaz que o forçava a chupar-lhe a pica enquanto lhe dava um belo tapa na cara.

- Hummm!!! Que cuzinho delicioso! Vou passar pelo porto mais vezes mariquinha! Quem sabe assim você fica sem tempo de ofender o pretor! Hahahahahahaha...

Aquela orgia com o pequeno objeto humilhado que havia se tornado o pobre estivador era simplesmente deliciosa!

Enquanto os rapazes revezavam eu batia a minha tranquila punheta, até que me deu vontade de gozar.

- Minha vez. Saiam.

Eu lhe enfiei meu pau de uma vez, o que não deve ter doído muito, já que ele já estava arrombado, e, enquanto isso, disse-lhe ao ouvido:

- Viu! Essa lição você não esquecerá estivador. Mantenha-se no seu lugar, e isso não mais acontecerá - sussurrei-lhe enquanto gozava - Aaaaaahhhhhh... que delícia!
Mandei que os homens me limpassem, dei-lhe um último e não muito forte chute no saco e mandei que os rapazes banhassem suas feridas com vinho.

- Outra dica do meu amigo médico. Eles não sabem porquê, mas feridas cicatrizam melhor quando banhada com vinho. Dói! Como tudo que é bom na vida...

Assim, me retirei para a casa do pretor enquanto ouvia seus últimos gritinhos de dor por causa do vinho, com a sensação de dever cumprido!

Autor: Desconhecido

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