Desejo Alucinante


Eu já narrei duas aventuras minhas aqui (ver “Desejos da carne” e “Refém do desejo”)... Mas o “Baú do Marco Sheneider” não para por aí! Agora eu quero lhes contar como foi minha primeira vez...

Eu estava com 17 anos e não sabia direito se eu gostava mesmo de homens. Só que eu sempre deixava a curiosidade falar mais alto: observava com mais “atenção” os meus colegas; sempre que podia, aproveitava as oportunidades pra entrar em sites gays... Enfim, não sabia o que queria, mas me deliciava com a indecisão.

Resolvi, um dia, ir num estádio de futebol, o jogo seria de tardezinha... Eu não torcia pra nenhum dos times, estava indo lá porque gostava de sentir cheiro de macho. Imagina! Todos ali pulando, se esfregando uns nos outros; tenho certeza que nesses estádios sempre rola uma “mão boba”...

Mas pra mim a coisa não parou só na mão.

Como eu disse, não torcia pra nenhum dos times, eu então, me espremi no meio de uma galera que pulava e gritava como animais brutos e para não ser esmagado por aqueles caras, eu pulava também. Foi bem aí que eu percebi algo errado: toda hora alguém segurava em minha bunda e apertava. De início achei que fosse alguém se apoiando para pular e nada mais.
Só que a força dos apertões se intensificou, até que não dava pra não perceber que alguém estava me bolinando. Virava para traz, pra ver se eu via quem era, mas não conseguia identificar o abusado. E então, mais uma vez, duas mãos apertaram minha bunda só que eu fui mais rápido e segurei o braço da pessoa que, para minha surpresa deu um jeito de me puxar pra perto dela.

No meio daquela confusão me vi cercado por dois caras, enquanto um outro ficou atrás de mim. Achei que fosse um assalto, mas eu não tinha dinheiro. Pensei em não reagir e sair daquela situação numa boa, mas logo eu percebi que aquilo não tinha nada a ver com um assalto, pois o cara que estava atrás de mim esfregava o cacete duro na minha bunda.

Eles eram ousados, me seguravam e passavam a mão em mim sem se importar com o povão. Eu estava ficando louco e para o meu total delírio um deles me falou perto do ouvido:

- A gente vai fuder o seu cú.

Minha perna tremeu, eu estava com medo, suando frio.

- Fica calmo, você vai gostar.

E recomeçaram a me bolinar, no meio daquele monte de machos fortes e suados eu me senti indefeso, era como se todos estivessem lá pra me foder, pra arregaçar meu cu virgem.

O jogo tinha terminado e pra minha surpresa meu pau estava todo melado (eu senti quando comecei a andar). Eu podia correr, gritar... Mas resolvi obedecer eles.

Eles me colocaram dentro de um carro, estávamos de partida quando ouvi uns outros caras gritando:

- Ei! Cara péra aiiii!

O que estava no volante respondeu:

- Entra! Vamos nos divertir.

Eu sinceramente estava chorando... Seis! Seis homens! Eu iria ser estuprado por aqueles machos cheirando à testosterona pura, e não poderia reagir em nada, paralisei completamente! E foi nesse meio tempo que eu fui amarrado.

Sim, amarrado! Fortemente! Com as mãos para traz, e logo depois taparam minha boca com silver tape. Um deles (esse era loiro, tinha dentes lindos! Eu fiquei meio abestado com a brancura daqueles dentes...) chegou perto do meu ouvido e disse:

- Só vamos fuder o seu cu, gozar na tua garganta e te deixar louquinho com tanta pica na boca... na bunda... Você vai querer parar, mas não vai ser porque não está gostando, e sim porque não tem mais forças pra agüentar tanto cacete no seu cuzinho gostoso, que concerteza a essa altura do “campeonato” estará largo, frouxo e melado de porra de tanto levar caralho. Só isso meu lindo...

Congelei de pavor.

Passados alguns minutos, eles pararam o carro numa rua deserta. Pensei que seria ali que tudo iria acontecer, mas não. Um outro (esse era mais moreno, tinha olhos azuis...) me pegou e me jogou no porta-malas.

- Você deve ficar aí, quieto, imóvel e desconfortável.

Eles deram muitas voltas, até que pararam e abriram o porta-malas, eu estava sem ar, pois naquela posição (espremido, do mesmo modo que um feto humano) ficara impossível eu respirar com facilidade. Eles estacionaram dentro de uma garagem, sabia que a hora havia chegado...

O loirinho me retirou com brutalidade de dentro do porta-malas e me colocou no chão (bom, na verdade ele me jogou no chão). Colocaram-me uma coleira grossa de couro com uma corrente, aquele que parecia ser o chefe de todo o grupo, começou a me puxar. Eu me levantei pra andar, nisso levei um chute nas dobras do joelho, por traz, o que fez com o que eu caísse de boca no chão.

- Você vai rastejar. Ahhh, não se esqueça, só vou falar uma vez: Você obedece porque nós mandamos.

As lágrimas escorriam silenciosamente do meu rosto, mas mesmo assim repleto de medo comecei a rastejar. Todos começaram a passar a mão em seus paus que estavam fazendo grandes volumes nas calças e cada vez que eu olhava aquilo, eu me contraía de medo.

Eu fui rastejando até um quarto amplo, onde encontrei uma cama, uma cruz enorme em forma de X e uma estante de vidro onde repousavam os objetos mais interessantes da minha vida. A luminosidade do local era fraca.

Eles me jogaram na cama eu não reagi, pois sabia que não podia fazer nada... Eles pareciam sentir o meu medo...

- Você, quando sair daqui...

Levei um tapa na cara...

- Olhe pra mim enquanto estiver falando, seu monte de bosta!

Virei imediatamente a cabeça pra ele.

- Quando você sair daqui, será outro homem, eu tenho certeza. Coopere, para o seu próprio bem, e se nos satisfizer completamente, serás muito bem recompensado.

Retiraram a silver tape da minha boca. Eu não gritei, mas olhava pra todos muito assustado, quanto menos tempo durasse, melhor seria para mim.

Um negro colocou em mim um arreio, daqueles que se usa em cavalos, e começou a me despir. Depois de ter retirado toda a minha roupa ele prendeu em meus pés uma barra extensora de modo que meu sexo ficou completamente exposto.

E em menos de cinco minutos, todos também estavam nus! Um cheiro de pica invadiu o local, um cheiro forte e delicioso. Isso me fez dar grandes suspiros, pois queira inalar a maior quantidade possível daquele cheiro de macho.

- Escute! Vou falar só uma vez, seu merda! Da esquerda para a direita: Jonas (o de olhos azuis), Eduard, Manfredo (o dos dentes brancos), Guilherme (o negro), William, e eu, Alber. Espero que tenha decorado! Somos seus donos.

Eles começaram a vir na minha direção e era agora ou nunca.

Manfredo começou a lamber meu rosto de maneira deliciosa, enquanto Jonas, Guilherme e Eduard se fartavam com meu pênis ereto. William foi até a estante e voltou com prendedores de mamilos dos quais colocou em mim e olhando com prazer minha feição de dor ele começou a apertar cada vez mais...

- Calma William, não se esqueça, ele é carne fresca. Ainda não sabe dos prazeres...

Dito isso Alber acendeu um cigarro.

- Com licença senhores, mas quem tem que fazer as honras da casa é o anfitrião...

Deu uma baforada de fumaça no meu rosto e depois me virou, passou as mãos nas minhas costas e desceu...

Não vou mentir, meu cu piscava de tesão, eu queria tudo e todos dentro de mim! Alex começou a lambuzar meu cu com um lubrificante diferente, ele esquentava a pele e isso me deixou louco.

Me virou de bruços, me puxou pelo arreio e meteu.

Eu não esperava que fosse tão rápido... Meu cu estava sendo arreganhado pela primeira vez por um animal que não estava nem aí para minha dor! Não podia nem sequer me contorcer , pois ele me puxava pelo arreio com força como se eu fosse um cavalo mesmo.

Enquanto o Alber me enrabava violentamente, Guilherme foi acorrentado na cruz. Nele também fora colocado o prendedor de mamilos e começaram a derramar cera quente em seu corpo. Por onde a cera escorria, deixava um caminho vermelho na pele dele. Todos se deliciavam com aquilo, e eu observava tudo.

A única coisa que tirava minha concentração era a dor que eu sentia, pois aquele cacete era grosso e as estocadas violentas.

- Que cuzinho apertado! Você é uma puta valiosa! Toma (estocou forte) recebe tudo dentro...

Ele arqueou o corpo dele em cima de mim, enquanto eu fazia questão de abrir minhas pernas o máximo possível... Estava doendo muito, mas quanto pior era a dor, mais eu gemia.

Ele gozou. Retirou seu pênis de dentro de mim e me deixou ali, jogado e com o cu completamente dolorido e foi-se sentar numa poltrona no fundo da sala acendendo um outro cigarro.

Enquanto isso a orgia rolava solta na cruz. Guilherme recebia açoitadas com um chicote preto do William e suas costas estavam com finos traços vermelhos. Ele queria sentir dor, pois a dor lhe dava prazer.

Jonas e Eduard que se deliciavam beijando o cacete do Guilherme preso na cruz perceberam que Alber já havia terminado e vieram em minha direção. Retiram o arreio do meu rosto e enquanto Jonas se divertia enfiando um consolo grosso no meu cu, Eduard passava sua pica na minha boca.

Eu estava totalmente paralisado, não conseguia relaxar, o nervosismo tomara conta do meu corpo, o nervosismo e o medo...

-Não vai abrir a boca? Você que sabe...

Não respondi.

- Vou perguntar mais uma vez...

- Escravos não são dignos de piedade, não haverá segunda chance! Amarrem-no na cruz. - Disse Alber sentado na poltrona - O resto vocês sabem como fazer.

Fui pego com força e acorrentado o mais forte possível na cruz. Guilherme estava sentado na cama, em puro êxtase com sua dor, mas acompanhava tudo com os olhos. William buscou dois apretechos engraçados, entregando um a Eduard. Para alcançar minha boca com seu pênis, Eduard subiu em uma escada e disse:

- Agora você irá abrir a boca!

O objeto engraçado era um aparelho de eletrochoque.

-AHHHHH!!!!! – Gritei, pois havia recebido um choque perto da virilha, minha perna adormeceu e eu fiquei em pé porque meus punhos estavam acorrentados, senão com certeza teria vindo ao chão. E nesse momento em que gritei Eduard, com brutalidade, colocou em minha boca um espéculo oral. Fui novamente deitado na cama e tive meus braços amarrados.

Me colocaram de quatro e mais uma vez lambuzaram meu cu de lubrificante., senti um me penetrar, não soube identificar quem era, pois Eduard me segurou pelos cabelos e socou seu cacete na minha boca. Tive ânsias de vômito porque ele tinha enfiado até a garganta.

Eu nunca havia transado com ninguém, não sabia como chupar, não sabia de nada! Mas eles não se importavam, queriam apenas se aproveitar de mim, amarrado e indefeso. Medo eu já não tinha mais, apenas sentia meu cu dolorido, minha perna dormente e minha boca sendo machucada pelo especulo e pela pica.

Eduard começou a se masturbar na minha frente e eu logo deduzi que teria que engolir seu gozo... Mas quando eu imaginei que todo o meu sofrimento tinha acabado, minhas forças foram novamente postas à prova.

O caralho que estava penetrado em mim fora retirado, William se pôs em baixo do meu corpo e fez com que eu o cavalga-se. Não nego, era um cacete gostoso. Mas Manfredo veio por trás e começou a forçar a entrada também.

Eu recomecei a chorar de desespero, meus músculos novamente se contraíram e as estocadas do William se tornaram doloridas. Até que com um urro Manfredo me arregaçou, estava sendo penetrado por duas picas! Eu senti as vistas escurecerem, meu corpo foi ficando mole, até que recebi um novo choque na coxa e me reanimei. Eduard estava a ponto de gozar e cada vez mais fortes eram as estocadas do William e do Manfredo no meu cu.

Jonas beijava Guilherme no chão, ora me observando, ora se entregando à orgia no chão com o Guilherme.

Senti um cheiro forte e um gosto irresistível em minha boca, o gozo foi farto e suculento, Se pudesse, teria lambido até a ultima gota da porra do Eduard.

- Gozem também. – Disse Eduard ao Guilherme e ao Jonas, que logo se levantaram e se puseram a bater uma na minha frente.

Manfredo e William se divertiam com meu cu aos farrapos, Enfiavam tudo que podiam e metiam com força. Devo, com certeza, ter sangrado em algum momento. Até que os dois tiraram suas picas do meu cu e também se puseram a se punhetarem na minha cara.

Fui banhado com aquele liquido! Espirrou porra no nariz, nos olhos, e principalmente na garganta. Engoli com vontade sentindo todo meu corpo arrepiar.

Foi um verdadeiro bacanal! Seis homens, suados e brutos feito animais, se aproveitando de um garoto virgem.

No final daquele banho de porra, todos saíram e foram tomar uma ducha, fiquei desfalecido na cama sentido aquele cheiro de cu, de homem, de pica e de suor, tudo misturado, menos Alber que continuava sentado na poltrona em silêncio. Ele se aproximou retirou com cuidado o espéculo, mas me manteve amarrado.

- Você foi um serviçal muito prazeroso.

- Porque vocês fizeram isso comigo?

- Sua alma pedia pra ser esfolada... Sabe, não se pode negar a essência. E por favor, não seja mal agradecido, você também gozou.

Não tinha me dado conta, mas meu pau estava duro e totalmente gozado.

- Sentiu prazer com a dor e a humilhação e nem sequer percebeu isso...

Alber mais uma vez deu uma baforada de fumaça no um rosto.

- Nessas horas se fala alguma coisa da parte do escravo...

- Vou querer voltar aqui. – Disse convicto.

- Eu estava falando de um “Muito obrigado meu senhor”, mas isso foi melhor... Bem melhor...

Ele me desamarrou e disse:

- Vista-se.

- Não vou nem tomar um banho?

- Se fosse pra você tomar um banho, eu teria dito. Vista-se e me diga onde é sua casa, te levarei pessoalmente lá.

Conto de JC, Exclusivo Bondage Man

Um comentário:

Anônimo disse...

Simplesmente Perfeito
Parabéns!